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5 de ago. de 2013





Jogo duro.

Goiás atacava.

O saudoso Eduardo Ramos rouba a bola e parte.

Rumo ao infinito e além.

Gol de placa.

2011.

Náutico 2x1 Goiás.



2 de ago. de 2013





Por WASHINGTON VAZ

Em 2013 estamos percebendo um novo fenômeno de um quase monopólio de patrocínio no Futebol brasileiro.

Onda que iniciou em 1987, na Copa União, onde quase todos os clubes foram patrocinados pela Coca-Cola, fazendo com que na época, sua imagem fosse diretamente associada ao futebol.

Em 2011, foi a vez do banco BMG, seguindo no mesmo rumo da empresa de refrigerantes e com cifras bem maiores do que no final da década de 80.

Investindo no futebol desde 2008, o banco mineiro administrado por Ricardo Guimarães (ex-presidente do Atlético-MG), chegou a somar mais de R$ 100 milhões anuais.

Para chegar a este montante, foi necessário patrocinar 19 clubes em todo o país.


Flamengo, Vasco, São Paulo, Santos, Cruzeiro, Atlético-MG, América-MG, Bahia, Coritiba,  Atlético-GO, Sport, Santa Cruz, Botafogo-SP, São Bernardo-SP, Pelotas-RS, Brasil de Pelotas-RS, Rio Branco-ES, Uberaba-MG e Itumbiara-GO foram os clubes patrocinados.

Investimento que passou desde a receita em patrocínios de camisa a contratação de atletas, como foi no caso do Galo.

Agora, o mais recente fenômeno publicitário do futebol brasileiro é a Caixa Econômica Federal.

Até o momento, são 11 os  clubes patrocinados pelo banco estatal.

Corinthians, Flamengo, Vasco, Vitória, Coritiba, Atlético-PR, Atlético-GO, Avai, Figueirense Chapecoense e ASA estão sendo patrocinados.


Ocupando diferentes espaços nos uniformes, a Caixa, soma-se R$ 96,9 milhões injetados nos cofres de clubes. 

Montante o suficiente para patrocinar o Barcelona, que recebe o equivalente R$ 90 millhões por ano para estampar a companhia aérea Qatar Airways.

Este numero poderá ampliar os mais de R$ 100 milhões investidos pela BMG.

Especula-se que clubes como Cruzeiro, Atlético-MG, Sport, Paraná e Santos entrem para o rol dos agraciados.

O Corinthians é o que mais recebe apoio da Caixa, com R$ 31 milhões/ano.

Neste ranking, logo após o Timão, vem o Flamengo com 25 milhões.

Fechando o TOP3 está o Vasco da Gama e que até pouco tempo, estava em crise financeira.

Estampando o banco estatal no peito e no calção, o time cruz-maltino garante 15 milhões anuais.

Coincidência ou não, durante este período a Caixa Econômica Federal obteve um lucro líquido de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre deste ano, apontando um crescimento de 12,5% em relação ao mesmo período de 2012.

Se isso traz alguma relação com o futebol? Vale a pena um estudo aprofundado.

Os números do segundo trimestre, ainda não divulgados, devem ser ainda melhores. 

Vale ressaltar que estes valores vem a publico, através do Diário Oficial da União. 

É tanto dinheiro público sendo investido no futebol, que até políticos se "vendem".

Fernando Collor de Mello,  declarou abertamente em seu site oficial que foi o o intermediário entre a Caixa e o ASA de Arapiraca.

ASA  que vai receberá R$ 1 milhão anual para estampar a marca do banco federal em seus uniformes.




6 de jun. de 2013





* A série sobre as contratações do Náutico é publicada devido ao esforço do Mestre e Conselheiro Newton Morais






Duzentas horas de gravação.

Trinta e uma contratações.

O time engata a quinta com Waldemar Lemos.

Apesar das tuitadas mercenárias.

E volta a Série A espetacularmente.

Suíça e Ucrânia entram no mapa Timbu.

Cinco atletas por indicação de Roberto Fernandes.

Nenhum vingou.

Tempos de Nietzsche e Berger.

Ronaldo Alves, Kieza, Rogério e Derley salvaram a pátria com louvor.


    1  Adriano Caiçara   Atacante  20 Veio do Belo Jardim (PE) 
    2  Rodolfo Potiguar   Volante  22 Veio do Salgueiro (PE) 
    3  Éverton Luís   Zagueiro  27 Veio do Guaratinguetá (SP) - ind. Roberto Fernandes
    4  Éverton   Volante  27 Veio do América (RN) - ind. Roberto Fernandes
    5  Douglas (1,89m)   Goleiro  30 Veio do Guarani (SP) - ind. Roberto Fernandes
    6  Peter   Lateral  26 Veio do Fortaleza (CE) - ind. Roberto Fernandes
    7  Aírton   Lateral  21 Veio do América (RN) 
    8  Eduardo Ramos   Meia  24 Veio do Grêmio Prudente (SP)
    9  Silas   Atacante  23 Veio do Grasshopers (Suiça) - dispensado
  10  Rogério   Atacante  20 Veio do Porto (PE) 
  11  Jorge Felipe   Zagueiro  23 Veio do Figueirense (SC) - ind. Roberto Fernandes
  12  Elicarlos   Volante  25 Veio do Cruzeiro (MG) 
  13  Ricardo Xavier   Atacante  32 Veio do Guarani (SP) 
  14  Derley   Volante  25 Veio do Internacional (RS) 
  15  William   Meia  24 Veio do Palmeiras (SP) 
  16  Deyvid Sacconi   Meia  24 Veio do Palmeiras (SP) - dispensado
  17  Kieza   Atacante  24 Veio da Ponte Preta (SP) 
  18  Rafael Nitsche   Zagueiro  20 Veio do Metropolitano (SC) - dispensado
  19  Rodrigo Heffner   Lateral  28 Veio do Guarani (SP) - dispensado
  20  Fábio Capixaba   Atacante  25 Veio do São Caetano (SP) - dispensado
  21  Marlon   Zagueiro  24 Veio do Duque de Caxias (RJ) 
  22  Alexsandro   Atacante  24 Veio do Resende (RJ) - dispensado 
  23  Neno   Lateral  22 Veio da Sevastopol (Ucrânia)
  24  Ronaldo Alves   Zagueiro  21 Veio do Internacional (RS) 
  25  Alex Fraga   Zagueiro  23 Veio do Atlético (PR) 
  26  Lenon   Volante  21 Veio do Duque de Caxias (RJ) 
  27  Moisés   Atacante  22 Veio do Santos (SP)
  28  Paulo Sérgio   Atacante  22 Veio do Duque de Caxias (RJ)
  29  Rafael Xavier   Atacante  25 Veio do Brasil de Pelotas (RS) 
  30  Gustavo   Zagueiro  20 Veio do Goiás (GO) 
  31  Jeferson Berger   Atacante  23 Veio da Desportiva Vitória (ES) 




13 de abr. de 2013






Igual?

A posição que atuavam no São Paulo.

O resto é diferente.

Como catolicismo e protestantismo.

Embora.

O Deus seja o mesmo.

A bola...

23 de mar. de 2013



FOTO BRENO PIRES


No meu tempo.

Famosas eram as 24 horas de Le Mans.

Eram.

Semifinais do estadual 2011.

O Brasil assiste perplexo.

As denúncias de Berillo Jr.

Presidente do Náutico.

O Sport teria tentado subornar o atleta Eduardo Ramos.

Berillo Jr. que acreditava na palavra de Carlos Ramos.

Pai do meio campista.

Gravações de conversas entre dirigentes rubro negros e Eduardo.

Ganharam a mídia.

No final.

Berillo afirmava que possuía 220 horas de gravação comprovando sua denúncia.

Resumo final?

O Sport passou pelo Náutico.

Mas caiu na final diante do Santa Cruz.

E das 200 horas de gravação.

Nenhum segundinho veio à tona.


11 de mar. de 2013




Pelos estaduais.

Jogando no Arruda.

O último triunfo do Central.

Foi no dia 9 de fevereiro de 2011.

Um sonoro 3x0 sobre o Santa.

Wilson Surubim fazendo a festa.

André Zuba cansado de buscar a bola no fundo das redes.

Aquele foi também.

Dos melhores certames do Central nos últimos tempos.

Até que a saída de Maurício Simões.

Desestabilizasse o elenco.

E a Patativa ficasse a um ponto do quadrangular final.

Já o Santa?

Foi campeão com Zé Teodoro.





8 de mar. de 2013





30 de nov. de 2012







O América voltou a primeira divisão no dia 13 de janeiro de 2011, contra o Sport Club do Recife na Ilha do Retiro. O time jogou de igual para igual com o adversário – como nos anos 10 e 20 do futebol pernambucano – mas não contava com a arbitragem calamitosa de Cláudio Mercante. A derrota por 1x0 foi das maiores injustiças do certame de 2011, pior, contribuiu para que o América virasse saco de pancada do campeonato perdendo outras quatro partidas em seguida: Porto, Santa Cruz, Central e Santa Cruz.
O primeiro ponto veio apenas na sexta rodada – empate em 1x1 com a Cabense. Mero refresco, a sequencia de derrotas prosseguiu diante do Salgueiro, Central e Ypiranga. No dia 9 de fevereiro, fui assistir o Clássico da Técnica e da Disciplina – Náutico x América – nos Aflitos. Sob o comando do técnico Paulo Júnior, responsável pela subida do clube a primeira divisão em 2010, o América jogou um partidaço. Perdeu por 2x1, mas deixou no público dos Aflitos, a nítida impressão de que não merecia a lanterna do estadual.
Tanto que no dia 13 de fevereiro, o América venceu o Araripina por 2x1. A primeira vitória na primeira divisão em 16 anos. O jogo seguinte contra o Sport, no seu estádio em Paulista, registrou nova derrota por 1x0. Mas o equilíbrio foi total.
Será que o milagre poderia acontecer? Será que o América teria forças para reverter o quadro de queda iminente?

De forma impressionante, o América bateu uma das sensações do campeonato, o Porto, dentro de Caruaru, por 1x0. A derrota para o Central não tirou o foco da equipe; o alviverde vence Cabense e Petrolina. O Salgueiro e o Santa Cruz revelaram-se barreiras intransponíveis. O América estava num beco sem saída.
Faltavam quatro rodadas e ele não pode mais perder. Talvez empatar um único jogo.
O América viajou até Vitória de Santo Antão e passou por cima do rival direto ao descenso, o Acadêmica Vitória: 3x1. O empate ocorreu contra o Ypiranga, em casa: 1x1. O próximo algoz era o Clube Náutico Capibaribe, em Paulista. Ninguém apostava um vintém no América. Ninguém, não! Alexandre Oliveira, Roma e seus companheiros foram pra cima dos alvirrubros, virando um jogo histórico. Quando soou o apito final, o América triunfara por 4x2. O Náutico ficou zonzo, como nos tempos de Julinho e Oséas.
Ypiranga, Cabense, Vitória e América podiam cair. Duas vagas rumo ao inferno. Vitória e Cabense afundaram de mãos dadas. O Ypiranga respirou com o apagar das luzes no empate contra o Santa Cruz – depois que a luz voltou ninguém queria mais nada com a bola, todo mundo satisfeito com a barra mansa. Lá no sertão, novamente longe de casa, o América bateu o Araripina por 2x1.
O Milagre da Estrada do Arraial se torna realidade. Além de fugir ao rebaixamento, os esmeraldinos encerram sua participação em nono lugar entre doze participantes. Nada tão brilhante, aparentemente, mas a recuperação final acendeu trouxe luz no fim do túnel. 
 
Agora, muita gente pergunta: Quem segura o Mequinha?