MADURO CAIU
Crédito: Roberto Vieira
A madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, marca um ponto de ruptura sem precedentes na geopolítica do século XXI. Pela primeira vez na história moderna, os Estados Unidos executaram um ataque militar direto e em larga escala em solo sul-americano. O silêncio da noite na capital venezuelana foi estilhaçado por volta das 2h (horário local) por pelo menos sete grandes explosões que atingiram pontos nevrálgicos de Caracas. Relatos confirmam o uso de mísseis e a presença de aeronaves voando a baixa altitude sobre alvos estratégicos como a Base Aérea de La Carlota e o Forte Tiuna, o coração do comando militar venezuelano. O governo de Nicolás Maduro classificou a ação como uma "agressão imperialista" destinada a tomar o controle das reservas de petróleo e minerais do país, decretando imediatamente estado de exceção e mobilização total das forças de defesa.
A ofensiva norte-americana ocorre após meses de uma escalada militar silenciosa no Caribe, liderada pelo governo de Donald Trump. O arsenal mobilizado para a região incluía o porta-aviões USS Gerald R. Ford, três destróieres da classe Arleigh Burke (USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson), além de submarinos de ataque e um contingente de 4.000 militares. Antes dos ataques terrestres desta madrugada, a campanha marítima contra embarcações acusadas de narcotráfico já havia resultado em cerca de 30 ataques e mais de 100 mortes. No teatro de operações de Caracas, áreas extensas do sul da cidade permanecem sem energia elétrica, e a fumaça de instalações militares atingidas ainda é visível nos radares internacionais.
O impacto político do ataque é sísmico. Donald Trump, através de suas redes sociais, afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa teriam sido capturados e retirados do país em uma operação conjunta com agências de segurança, informação que ainda aguarda confirmação independente enquanto o Palácio de Miraflores é cercado por tanques venezuelanos. Enquanto isso, o Brasil mantém um silêncio cauteloso e absoluto até o momento, contrastando com a reação imediata da Colômbia.

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