A Itália era xingada a 3 x 4 em casa.
Paolo Rossi era um marginal.
Promessa de goleador em 1978.
Bandido em 1980.
Perdoado em 1981.
Como Klaus Fischer em 1976.
Mafioso, cara de menino e pobre diabo da bola.
Rossi passou em branco nas quatro primeiras partidas do Mundial.
Pois é.
De repente, naquela tarde do Sarriá, 5 de julho.
Rossi começou a balançar as redes.
Rossi que redefiniu o destino do calcio em seis capítulos.
Três deles escritos nas costas de Júnior...

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