12 de dez. de 2014






Tempos do Expresso da Vitória.

Timaço lusitano e carioca, ora pois!

A música... é do flamenguista Wilson Batista.

Wilson que curtia uma graninha, pá!

Linda Batista era linda e a cachaça rolava solta naqueles tempos sem lei seca.

Lelé?

Lelé era o apelido de Manuel Pessanha.

Craque dos Três Patetas - ele, Jair e Isaías.

Lelé que tinha pai pianista e sabia das coisas.

LELÉ, ISAÍAS E JAIR ROSA PINTO



3 comentários:

  1. Madureira, São Cristóvão, Bonsucesso, Olaria, Canto do Rio e - num patamar um pouco mais elevado - o Bangu e o América. Saudades de um vigoroso e atraente futebol carioca (eu sabia de cor a escalação de todos esses times; que mudava muito pouco)

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  2. Lelé, Isaías e Jair, até 1942 trio atacante do Madureira. Em 1943, de uma só tacada, num único pacote, o Vasco contratou os três. Chamados de Os Três Patetas, também apelidados de O Trio Maravilhoso Regina - Sabonete, Água de Colönia e Talco Regina. Tinha uma deliciosa propaganda com jingle que tocava nas rádios. Os três chegaram à Seleção. Isaías, portador de tuberculose pulmonar, morreu logo depois, ainda em atividade como jogador.

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  3. O texto a seguir foi tirado de um site não oficial do Vasco da Gama: Léo Lima (Leonardo Lima da Silva), campeão carioca em 2003 pelo Vasco e campeão sul-americano e mundial sub-17 com a seleção brasileira em 1999, é bisneto do ex-atacante Isaías (Isaías Benedito da Silva), campeão invicto pelo Vasco em 1945. A exemplo do seu bisavô, Léo também era jogador do Madureira antes de se transferir para São Januário. Na final do campeonato carioca de 2003, contra o Fluminense, ele executou um genial cruzamento de letra que originou o gol que sacramentou o título, marcado por Sousa. Por coincidência, Isaías havia marcado um famoso gol de letra sobre o mesmo Fluminense em 1941, ainda jogando pelo Madureira. Acrescento ao comentário: o gol de letra de Isaías é o primeiro registrado pela imprensa de um jogo oficial. Por se tratar de um jogo do Campeonato Carioca (Madureira x Fluminense) teve repercussão nacional e foi tido como um deboche por ter sido assinalado depois de Isaías driblar o goleiro do Fluminense, entrando com bola e tudo na barra vazia, antes dando o toque final com as pernas entrelaçadas, o que caracterizava o "gol de letra".

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Comentários