São poucos.
Teve o Roberto Emílio da Cunha, do São Cristovão, na Copa de 38.
Marcando gol e tudo.
Como teve o Roberto Gomes Pedrosa no gol em 1934 - o primeiro Roberto em Copas.
E o Roberto Miranda em 1970.
Curiosamente.
Quatro deles se celebrizaram pelas bombas.
Roberto Dinamite.
Roberto Carlos.
Roberto Rivelino - o mais fantástico de todos.
E o jovem alagoano-alemão Roberto Firmino.
Menino!
A Áustria já foi nocauteada por tantas bombas.
E deu de levar mais uma...

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