"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade."
Ontem, antes de dormir, e fui dormir muito tarde.
Procurei ler alguma coisa sobre a amizade.
Sobre a vida em sociedade.
Lendo, encontrei já quase de olhos fechados, uma frase de Confúcio.
E Confúcio também ensina sobre futebol, torcida e sócios.
Porque o futebol é feito de vitórias e derrotas.
Superavits e déficits.
Luvas, bichos, chopps e dívidas.
Sendo assim, me questionei:
Um clube de futebol como o Náutico deve confiar em quem nas adversidades?
Na Federação?
Federação que exerce seu mandato suprapartidário?
Creio que não.
A Federação pode até socorrer os clubes.
Mas pobre do clube que vive da Federação.
Dos adversários e suas torcidas?
Das rendas geradas quando dos clássicos.
Quando a torcida rival sempre leva grande número de torcedores ao estádio?
Creio que não.
Pois a torcida adversária e seus dirigentes raciocina.
Farinha pouca meu pirão primeiro - valeu, Mestre Eustáchio!.
Um clube de futebol é como a gente, meus amigos.
A gente vive, sobrevive e enfrenta as crises com nossa mente e nosso coração.
Ancorados em nossa família,amigos e colegas.
Quando um clube não acredita em seu torcedor.
Quando um clube não acredita na força de seus sócios.
Quando um clube confia mais no adversário que em si próprio.
Este é o princípio do fim.
Um fim lento, gradual e irreversível.
O Clube Náutico Capibaribe foi construído por seus torcedores e sócios.
O Clube Náutico Capibaribe existe por causa de seus torcedores e sócios.
E se o Clube Náutico Capibaribe tenciona vencer o século XXI.
É nos braços dos seus sócios e torcedores que fará a travessia.
Por que não existe salvação nem futuro longe do presente alvirrubro.
O Náutico só existe enquanto houver um único alvirrubro que acredite no clube.
O Náutico só existe enquanto um único alvirrubro insistir em gritar N-Á-U-T-I-C-O!
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