A maior seleção do planeta.
Campeã olímpica.
Vice campeã mundial.
Mais de 30 jogos invicta.
A Copa de 1958 estava na mira.
O país estava se libertando do jugo comunista.
A Copa Européia era realidade.
Tanques.
Puskas, Czibor, Kocsis e Grocics choram.
A URSS mandou tanques para calar a Hungria que sonhava ser livre.
Os simpatizantes da URSS ficam sem palavras pelo mundo.
Budapeste invadida.
Milhares de mortos.
Os craques abandonam o país com suas famílias.
Grocics volta sob ameaça de fuzilamento aos parentes que não cruzaram as fronteiras.
A Hungria vira pálida imagem de si mesmo.
O Honved é banido do futebol pela FIFA.
Consegue amistosos no Brasil em 1957 e revoluciona o futebol nacional.
Nosso WM vira 4-2-4 ou 4-3-3.
O Barcelona ajuda os húngaros.
Di Stefano e Kopa reforçam o time catalão que disputa um amistoso na Espanha.
Anos depois estarão todos juntos no Real.
Puskas fugindo do Kremlin.
Kopa filho de poloneses fugindo do apocalipse.
Di Stefano fugindo de Peron.
Ironia do destino do futebol.
A terra do ditador Franco virou refúgio dos gênios...




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