11 de out. de 2014




Como uma mentira repetida milhares de vezes vira verdade.

Como os mais novos nem sabem como era esse país.

21 de maio de 1993.

Fernando Henrique Cardoso é convocado para assumir a Fazenda.

O Brasil está de joelhos.

Duas décadas de inflação.

Amigos meus fugindo assim pra nunca mais na Flórida.

Moeda de faz de conta.

FHC é o quarto ocupante do cargo em sete meses - repito.

O quarto ocupante em sete meses de governo Itamar Franco.

FHC pede três coisas.

1. Autonomia

2. Combate incansável a inflação

3. Evitar sustos no mercado

Junto com FHC?

Um time decidido a mudar a história do país.




4 comentários:

  1. Bruno Rodrigo G. Pereira11 de outubro de 2014 às 11:13

    FHC teve seu mérito, sem dúvida, sejamos justos e coerentes. Sem fundamentalismos. Herdou um país com mais de 900% de inflação e entregou ao sucessor com cerca de 12%, se não estou enganado. Ponto pra ele. Muito embora Itamar também deva ser citado, como fez o mestre, restituindo-lhe a devida importância naquele período difícil de transição. Logo ele que é pouco lembrado.

    Hoje a inflação é menor do que a herdada por Lula. FHC, insisto, teve sua importância na História desse país, como na contribuição decisiva na estabilidade da nova moeda e redução drástica da inflação. Mas parou por aí. Longe de dizer que isso foi pouco. Sua atuação foi considerável, mas não avançou na questão social.

    A gestão do seu sucessor tratou de tirar essa defasagem, investindo pesado no setor social e distribuindo melhor a renda, gerando mais empregos, elevando o salário mínimo e melhorando a vida da maioria da população. Não é demagogia, é constatação.

    Enfim, não quero me alongar nessa questão. Aos mestres cabe pesquisar os programas de governo de cada partido e se dirigir ao local onde tudo se decide, que é na urna. Cada um que decida qual é, na sua visão, o melhor projeto para o país.

    São dois projetos antagônicos que ora estão em discussão, em debate. Apenas pondero que, o projeto do PT me parece o que contempla mais o conjunto da sociedade. Somente isso. Grande final de semana, mestres. Vou mergulhar!

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  2. Não posso deixar de louvar a forma elegante, civilizada, equilibrada enfim, com que o Bruno Rodrigo aborda a questão política. Tão rara atitude merece nossos elogios.

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    1. Concordo com as palavras de Edgar sobre Bruno Rodrigo. Essa atitude falta aos petistas que estão no poder,que não reconhecem nada de bom conquistado antes nesse país.Pensam que inventaram a roda.Soberba e falta de humildade.

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  3. Bruno Rodrigo G. Pereira13 de outubro de 2014 às 01:57

    Mestres, sou completamente avesso a radicalismos, seja na política, no futebol ou na vida. Creio que nossa "briga" - PT x PSDB; Sport x Náutico -, deve se restringir apenas ao campo das ideias, no primeiro caso, e preferências pessoais, no segundo.

    Acredito e defenderei sempre que quem briga são as ideias, jamais as pessoas. Noves fora nossas preferências individuais, somos, acima de tudo, amigos. E esse blog, democrático por natureza, é um ótimo fórum para além de fomentar esses debates, cultivar grandes amizades.

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Comentários