23 de ago. de 2014




Pois é.

Engarrafou na ida.

Mas havia os 11 mil pagantes e a atmosfera vermelha e branca.

A luta.

A bola rolando rápida - ao invés de brecada na grama rosaesilvina.

O gol de abertura na pressão.

O empate, pra dar aquela emoção típica de quem só vence sofrendo.

E o segundo tempo redentor e ofensivo - marca desde 1929.

Um segundo tempo de quem sobreviveu ao dilúvio e retornou são e salvo.

E, como naqueles velhos tempos nos Aflitos.

Restou o antigo sonho de um coração que não conhece outra pátria.

Porque a casa do Náutico?

É onde o Náutico estiver...


6 comentários:

  1. Exatamente Roberto, precisamos fazer da Arena nossa verdadeira casa, como ocorreu hoje. Fazendo assim, será bem difícil nos bater.

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  2. Dado Cavalcanti trouxe a organização mínima exigida a um time de futebol,sem perder a ofensividade. Ontem,bem mais que 12 mil pessoas na Arena.Realmente lembrou os Aflitos.
    E o nosso Philip Lahm? João Ananias arrebentou no jogo!
    Kkk

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  3. Marcelo Lins diz:
    Também tive a impressão de um público superior aos 11.200 divulgados. Precisam abrir mais portões para o torcedor, formou-se uma fila desnecessária para um estádio com tantas entradas, até no aperto da entrada lembrou os aflitos!
    Estamos com nosso melhor treinador no ano, e o time melhorou muito com Dado Cavalcanti, Canete e sem Ely Carlos que acho sinceramente que estava fazendo corpo mole.
    A diretoria precisa arregaçar as mangas para arrumar recursos e pagar suas obrigações, pois se houver dinheiro para pagar as folhas salariais de jogadores e funcionários, tenho a certeza que o Náutico brigará para subir.
    Se não houver dinheiro e não pagarem, voltaremos a brigar para não cair...
    Que o torcedor continue comparecendo a campo, como fez ontem, mas por favor com mais entradas para o público....

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  4. Difícil fazer da Arena a nossa casa, enquanto formos (mal) tratados como hóspedes indesejados. Ontem, tivemos que fazer fila para entrar, ficamos apertados quando havia espaço suficiente para nos acomodar etc etc etc. Para mim, todos os problemas da Arena (inclusive os da mobilidade) são perfeitamente sanáveis: mera questão de competência (e boa vontade, é claro). Quanto ao jogo, estou com Carlos Leite, Ananias é o nosso Philip Lahm - como está jogando o rapaz !

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  5. Concordo com Carlos Leite e Edgar. João Ananias foi o craque do jogo.

    Bastou um mínimo de união no futebol, agregando-se pessoas experientes que trabalharam em gestões passadas, para que a equipe tivesse um crescimento significativo. Precisamos estender isso para outras áreas, especialmente no tocante às de captação de recursos. para que o Náutico possa sair do sufoco financeiro em que se encontra.

    E o Sub20 está na final do pernambucano, aguardando o vencedor de Sport e Porto.

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Comentários