3 de jul. de 2014





Sevilha era festa.

O Brasil era passado.

A Alemanha se arrastava pela Copa sem Rummenigge.

A França era a última esperança do futebol-arte.

O mundo do Muro se perguntava:

até quando?

Littbarski abriu o marcador.

Littbarski que não tinha vaga no time dois anos antes.

Platini empatou de pênalti.

Battiston entrou cara a cara como arqueiro Schumacher.

Schumacher tentou assassinar o francês.

O juiz nem falta deu

Sevilha foi para a prorrogação.

O futebol-arte parecia com medo do Panzer.

Mas Trésor e Giresse botaram a França em vantagem: 3x1.

Aos 10 minutos da prorrogação.

O técnico Jupp Derwall já havia colocado Rummenigge quando estava 2x1.

Rummenigge assistindo impotente o terceiro gol francês.

Rummenigge que diminuiu aos 13 minutos.

Levando a incrível Alemanha a empatar com golaço de Fischer.

Outro sobrevivente dos anos 70 da Alemanha.

Todo mundo já sabe.

A Alemanha venceu nos pênaltis.

A França lambeu suas feridas e foi campeã européia em 1984.

E o futebol-arte foi pro beleléu na cabeça das pessoas...



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