Por ROBERTO VIEIRA
Ponha um pouco de amor nessa cadência.
E vai ver que ninguém no mundo vence a beleza que tem o futebol brasileiro, não.
Mas se o futebol é poesia.
A poesia se confessa escrava de Vinícius e de Neruda.
Igualmente.
A gente busca fórmulas pra desempatar.
Só que na poesia não tem pênalti.
A poesia é território lunar sem vencidos nem vencedores.
Sei... tem a música.
Vinícius também é som.
Só que o Canto General também traz o som dentro de si.
Um som que se derrama em cordilheiras.
Um som que só não teve um tom para o traduzir...

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