28 de jun. de 2014




Por ROBERTO VIEIRA


Ponha um pouco de amor nessa cadência.

E vai ver que ninguém no mundo vence a beleza que tem o futebol brasileiro, não.

Mas se o futebol é poesia.

A poesia se confessa escrava de Vinícius e de Neruda.

Igualmente.

A gente busca fórmulas pra desempatar.

Só que na poesia não tem pênalti.

A poesia é território lunar sem vencidos nem vencedores.

Sei... tem a música.

Vinícius também é som.

Só que o Canto General também traz o som dentro de si.

Um som que se derrama em cordilheiras.

Um som que só não teve um tom para o traduzir...






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