Alireza Haghighi rezou.
Pediu inspiração.
Mas levou três gols de Bósnia Herzegovina.
Derrotado, justamente ele que não podia ser derrotado.
Haghighi sentou desolado na trave da Fonte Nova.
Pensou nos torcedores no Irão, tristes.
Nas crianças que confiavam em suas mãos.
Goleiro prodígio na juventude.
Contratado pelos russos.
Haghighi foi consolado por um membro da comissão técnica.
'A vida tem dessas coisas, Haghighi!'
A Bahia de Todos os Santos não gosta muito de goleiros.
A Fonte Nova gosta mesmo é de gol...
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