Getúlio não dava um chute,
era tudo bola calculada no ângulo.
O futebol brasileiro já era pop.
Mas com Getúlio se fez forte.
Ganhar mesmo, ele ganhou um panamericano em 1952.
Com medalhas e fanfarras.
Afinal de contas, era nossa primeira glória fora de casa.
1932 no Uruguai também foi com Getúlio.
Mas foi no mano a mano.
Embora derrotássemos os uruguaios, tricampeões do mundo.
O ocaso de Getúlio se deu um mês após a Copa de 54.
E a Copa não foi cúmplice da rua Toneleros.
Gregório foi o Fritz Walter do Getúlio magiar.
Democrático.
Getúlio que havia esquecido das torturas que cometera no Estado Novo.
Tudo em nome do Povo...

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