Por ROBERTO VIEIRA
O amor é lindo.
Neymar se reconciliou com a bela Bruna.
O coração agradece.
E a Copa também.
Um jogador feliz e de bem com o amor joga tudo que sabe.
Didi e Guiomar.
Nelson Rodrigues defendendo o direito do craque ao amor.
Enquanto o mundo metia o pau em Didi.
E teve o Mané.
Mané apaixonado por Elza e ganhando a Copa de 62.
Agarrado no banheiro do Estádio Nacional por Elza.
E que Aymoré Moreira e o mundo fossem pro inferno.
Elza e Guiomar nos trouxeram dois canecos.
Claro!
Tem a controvérsia.
Cruyjff e os jogadores holandeses se esbaldaram com as esposas na véspera da final de 74.
E os holandeses dançaram na hora H.
Depois do carrossel no Ponto G.
Antes da conclusão ortodoxa e antisexual.
Beckembauer fez até pior.
Brigou com Schön, técnico alemão.
Exigiu as esposas na concentração.
Estava cansado da conversa de Gerd Müller.
E levantou a taça e a moral da Fraulein.
O amor ajuda.
O amor é o gatilho do mundo e da bola.
O cara faz uma banda de rock e vai jogar bola por grana.
Mas no fundo está de olho é nas 'mina'.
Porém, sempre cabe um pedido ao coração feminino.
Pedimos que Bruna cuide bem do Neymar até a final.
Deixe o Laerte de lado.
Já não basta a maledicência da famigerada Copa de 1998.
Quando a belíssima Susana Werner quase virou bode expiatório do naufrágio nacional...
Susana que batia um bolão...
Susana que deixou a taça para Milena.







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