25 de mai. de 2014





Por ROBERTO VIEIRA


O amor é lindo.

Neymar se reconciliou com a bela Bruna.

O coração agradece.

E a Copa também.

Um jogador feliz e de bem com o amor joga tudo que sabe.

Didi e Guiomar.


Nelson Rodrigues defendendo o direito do craque ao amor.

Enquanto o mundo metia o pau em Didi.

E teve o Mané.

Mané apaixonado por Elza e ganhando a Copa de 62.

Agarrado no banheiro do Estádio Nacional por Elza.

E que Aymoré Moreira e o mundo fossem pro inferno.


Elza e Guiomar nos trouxeram dois canecos.

Claro!

Tem a controvérsia.

Cruyjff e os jogadores holandeses se esbaldaram com as esposas na véspera da final de 74.

E os holandeses dançaram na hora H.

Depois do carrossel no Ponto G.



Antes da conclusão ortodoxa e antisexual.

Beckembauer fez até pior.

Brigou com Schön, técnico alemão.

Exigiu as esposas na concentração.

Estava cansado da conversa de Gerd Müller.

E levantou a taça e a moral da Fraulein.



O amor ajuda.

O amor é o gatilho do mundo e da bola.

O cara faz uma banda de rock e vai jogar bola por grana.

Mas no fundo está de olho é nas 'mina'.

Porém, sempre cabe um pedido ao coração feminino.

Pedimos que Bruna cuide bem do Neymar até a final.

Deixe o Laerte de lado.

Já não basta a maledicência da famigerada Copa de 1998.

Quando a belíssima Susana Werner quase virou bode expiatório do naufrágio nacional...

Susana que batia um bolão...





Susana que deixou a taça para Milena.






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