13 de mai. de 2014





No início dos anos 40 do século passado, a pequena vila do Espírito Santo,
distrito do município de Afogados da Ingazeira, era uma localidade muito
calma. Nesta localidade residia o jovem casal Júlio e Isabel, unidos pelo
matrimônio em julho de 1941.

No dia quatro de setembro de 1942 nasceu o primeiro filho do casal. Uma
menina. A ela foi dado o nome de Carmem Célia Mascena Cordeiro.

A menina veio a falecer quando tinha dois meses de idade. Não é difícil
imaginar a dor sentida pelo jovem casal com a perda da filhinha.

Mas, a vida continua. E, no ano seguinte, nasceu o segundo filho. Desta vez,
um menino. O nome escolhido para ele foi Carlos Celso Mascena Cordeiro.
Naquela época não existia na vila do Espírito Santa nem hospital nem
maternidade. Assim, os nascimentos ocorriam, habitualmente, nas
residências dos pais.

Carlos Celso Cordeiro nasceu no dia oito de outubro de 1943, uma sexta-feira, às 19
horas e 45 minutos, na residência dos seus pais, na casa de número 67,
localizada na Rua 4 de outubro.

É importante explicar que, em fins da década de 1940, a Rua 4 de Outubro
passou a se chamar Rua Severino Pires Ferreira e, na mesma época, a Rua
da Trindade passou a se chamar Rua 4 de Outubro. Atualmente, a Rua 4 de
Outubro, da Trindade, denomina-se Rua Manoel Pereira do Nascimento.

Em algum momento desta década, Júlio e Isabel mudaram da Rua 4 de
Outubro para a Rua do Jucá, passando a morar em uma casa vizinha à de
Cícero Mascena e Genésia, pais de Isabel.

Na casa da Rua do Jucá, ainda na década de 1940 nasceram outros três filhos
do casal: Cláudio, Margarida e Claudevan.




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