23 de abr. de 2014



MARCÍLIO, 1933

O Sport já era campeão de véspera.

Durante o dia de ontem e hoje, apenas camisas rubro negras.

Um desfilar euforicamente contido de quem já era campeão.

Não quero com isso desconsiderar o Náutico.

Náutico que chegou perto como em 2010.

2010 destruído por Zé Antonio, Tóbi e Leandrão.

Quando o mais ufanista rubro negro já sacudia a toalha.

Pois é.

O Sport traz sete títulos neste século.

O Santa tem quatro.

O Náutico tem três.

O último conquistado em 2004.

O que?

Os campeões pernambucanos em anos terminados em 04?

Tem o Sport; 1924, 1994 e 2014.

Tem o América: 1944.

Tem o Náutico: 1934, 1954, 1964, 1974, 1984, 2004.

Pois é.

O Náutico também é Hexa em 04...


13 comentários:

  1. Tendo um elenco mais qualificado e com a vantagem que tinha acho natural o otimismo dos rubro-negros. Com suas limitações o Náutico chegou com méritos à final. Caiu com dignidade ( embora para muitos isso pouco importe). De parabéns os rubro-negros frequentadores deste espaço. Sua conquista foi justa pois o Sport foi realmente o melhor.

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  2. O Sport tem 8 títulos neste século:

    -Copa do Brasil 2008;
    -Copa do Nordeste 2014;
    -Campeonato Pernambucano 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2014.

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    1. nove títulos. faltou o Pernambucano de 2003.

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  3. Como todo alvirrubro, saí triste do jogo, porém não fiquei com raiva, pois o time jogou com brio e não mereceu a derrota. Criamos várias chances, mas infelizmente não temos um goleador. O atacante Marcelinho é uma verdadeira piada (de mau gosto). Espero que seja o primeiro a ser dispensado. Se tivéssemos um Kieza muito provavelmente teríamos sido campeões, apesar de todas as nossas limitações, pois o time do Sport também é ruim. Ficou claro que também estamos carentes de bons laterais, mas fundamental mesmo é a contratação de um artilheiro. Se a Direção do Náutico não atentar para isso, vamos penar na Série B. Também não consigo entender porque a condição física de nossos atletas é tão ruim. O caso de Zé Mário é emblemático. Não se admite um jogador jovem (21 anos), que foi poupado no jogo de sábado, não ter condição física para jogar os noventa minutos.
    Não gostei da arbitragem de Vuaden. Foi conivente com a violência do time do Sport e com a cera de Magrão. Também não vi motivo para a aplicação do primeiro amarelo de Leonardo Luiz.

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  4. É mais uma vez não deu (contra eles nunca dá...). Ontem aflorou nossas deficiências. Falta de um atacante matador. Inoperância nas bolas paradas ofensivas (enquanto isto eles fizeram um gol assim, aliás qualquer time faz gol deste jeito (originário de escanteio ou falta lateral)). Preparo físico horrível (enquanto isto eles voam, mesmo jogando sucessivas decisões e terem atuado com o time titular na noite do domingo. Zé Mário perdeu o gol, que poderia ter sido decisivo, de cansado). Bonita a festa da nossa torcida na Arena ontem. Arena que não está preparada para um clássico, principalmente decisivo. Saí de casa (próximo da CHESF) às 19:40 e só cheguei às 22:00. Além disto, estacionamento com as duas torcidas misturadas. Uma só via de acesso, o que impede um ordenamento em que as torcidas não se encontrem. Camarotes com rubro-negros logo acima e abaixo de nossa torcida (torcedores começaram a tirar onda, a maioria mulheres, inclusive uma senhora, provocando-nos e, óbvio deu confusão). Quanto ao futuro é bola pra frente, tentarmos fazer uma Série B digna. E quanto a mim, vou no embalo da canção "Sei que antes da minha morte, este diria chegará, mas quando será ?" O engraçado que esta música canatva em tom de ironia, achando que seria impossível isto não ocorrer (ser campeão em cima deles), mas , hoje, aos 43 anos já começo a desconfiar...

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  5. Uma coisa que me deixou preocupado, foi o Lisca, na entrevista pós-jogo, ao responder sobre reforços, falar que não sabe, que isto não está a cargo dele, que quem decide e contrata é a diretoria, que com estes últimos que chegaram foi assim. Isto não está certo, quem tem de indicar é o treinador. Por que, ao contrário, talvez aconteça o que aconteceu, Geovane não ser nem utilizado no segundo tempo da final, em detrimento de Marcelinho (que foi trazido pelo Lisca). Marcelinho é até muito esforçado (aliás é bom frisar, ontem o que não faltou foi vontade, ganhamos a maioria das divididas, o time entrou vibrante, pelo menos até cansar), mas não pode ser titular do time. Não ganha uma bola de cabeça (nem no ataque, nem na defesa, o gol de Durval foi em cima dele). Também não compreendi Lisca ter simplesmente ignorado de um tempo para cá o Hugo. No início, ele insistiu até demais com ele (eu mesmo defendi a sua saída do time titular, mas para ver se dava uma sacudida), não era para nunca mais jogar.

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  6. Acho que Lisca está procurando se isentar da responsabilidade pelas inevitáveis dispensas. Coisa impossível pois, nessas decisões, a opinião do treinador se faz importante. Embora, se diretor, eu não iria na conversa de ninguém. As deficiências são palpáveis para quem entende um mínimo de futebol. E, nessas horas, simpatias, amizades ( e outros vínculos) têm que ser postos de lado. Quanto às carências - que são óbvias - concordo com Newton. A que avulta mais premente é a que se refere à preparação física. Nossos adversários, que deveriam estar muito mais desgastados pela sucessão de jogos, "voando" em campo, enquanto os nossos visivelmente "pregados" ao final do jogo. Para não se falar na sucessão de contusões musculares que vitimaram tantos atletas. Ou o treinamento está sendo inadequado, ou o comportamento extra-campo dos atletas está deixando a desejar. Urge uma providência.

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  7. Guilherme Pires : a verdade é só uma, fomos longe demais. A carência no elenco é fato, agravada com as contusões, as graves de L. Alberto e Pedro Carmiona, e as repetidas musculares do elenco. Quanto a estas me reporto ao ano do último acesso(2012), quando não me lembro de tantas contusões, e o elenco era pequeno.
    Agora que Lisca ainda peca nas mudanças, também é fato, pois colocar o mosca morta do Marcus Vinicius, em detrimento a Vinicius, que já tinha decidido contra o Salgueiro e é muito mais participativo.
    Concordo com Newton quanto a Vuaden, segurou demais o amarelo, no 1º tempo, e os laterais, Ferron e os volantes, baixando a lenha.
    Sempre pontuei as carências : laterais, 1º volante e dois atacantes.
    Enxugaria o elenco com as saídas de Willian Alves, Possebom, Roberson, Paulo Jr; Hugo, Marcelinho.
    Mas que foi um primor de 1º tempo, foi, faltando apenas o gol.
    Tive orgulho de ser NÁUTICO.
    E nossa torcida, um SHO.

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  8. Marcelo Lins diz:
    Roberto, apesar do favoritismo rubro-negro ser decantado em prosa e verso pela imprensa e a torcida do sport também se sentir assim(normal pelo tempo que não vencemos) vi muita camisa do Náutico na rua e no estádio com uma torcida esperançosa e merecedora do título. O time do Náutico talvez não merecesse o campeonato, mas sua torcida sim que compareceu em bom número.
    Concordo com Newton e Gilvan temos que rever nosso preparo físico, pois o time cansa depois de uma semana de repouso, vive cheio de lesões e de uma forma geral é um elenco jovem.
    Marcelinho, jogador de salário alto R$ 50.000,00, os outros do elenco de salários maiores Carmona e Luís Alberto são merecedores, deve ser dispensado.
    Precisamos de um atacante, e continuamos precisando de um título. Precisamos de time forte, pois é assim que a torcida vai chegar.
    Não se iludam com campanhas de sócios sem um futebol forte, a nossa cultura é essa.
    Como alvirrubro estou triste, mas sem revoltas, e sábado estarei na arena ( outra que precisa melhorar muito quanto a mobilidade e respeito ao torcedor alvirrubro) para apoiar o CNC.

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  9. Esse pessoal do MTA, em discurso de cunho eleitoreiro, posou de vencedor antes da hora. Taxou os antigos dirigentes como perdedores, fracassados.

    Agora, depois da terra arrasada, o trio parada dura foge pela tangente. Onde estarão os Srs. Glauber, Durval Selva e Gustavo (a)Ventura nesse momento?

    O mais grave de tudo isso é perceber a passividade da coletividade alvirrubra, que não questiona esses senhores, não cobra resultados. Com Paulo Wanderley a conversa era outra, demonizaram o ex-presidente de todas as formas possíveis.

    O MTA parece estar blindado, ninguém ousa criticá-lo, poucos reconhecem que não produziu resultados. Reina nos Aflitos uma espécie de anestesia geral, estão todos perplexos com o que acontece, sem reação alguma.

    Temo pelo pior, pois enfrentaremos um campeonato duríssimo. A sabida inexperiência do MTA no futebol somada a incompetência nas contratações pode nos conduzir a um caminho nebuloso. Futebol é pra quem sabe, pra quem entende do riscado.

    O MTA não tem currículo algum no futebol, não tem conhecimento. A maior prova é a manutenção de gente perdedora, como Lúcio Surubim. Com esse pessoal a nau alvirrubra vai a pique, há tempos venho alertando. Espero que nossa torcida acorde a tempo, antes que Glauber e o MTA causem estragos irreversíveis.

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  10. O mestre sabe que sou crítico da postura de nosso presidente. Não se comporta como alguém que dirige time grande. A crítica fica por aí, mas isso não é pouca coisa.
    No mais, parabenizar. Montamos um time durante a competição. Experimentamos, contratamos muito e perdemos os melhores por bom tempo. Ontem, fizemos um bom jogo, dentro do que o nosso limite técnico permitiu. Não nos omitimos, não tememos. Brio, garra, cabeça erguida.
    Quanto às contratações, são necessárias, principalmente a do "matador".
    Sobre a polêmica de quem contrata, acho que a direção não pode, no mundo de hoje, entregar essa prerrogativa ao treinador. Esse, é um funcionário e, essa prática, pra mim, se associa a de um time que discursa ordem, organização.
    Nada contra Lisca, com erros (todos nós temos), fez um bom trabalho, tirou leite de pedra, mas o futebol de hoje não autoriza riscos, treinadores "donos".
    Vamos em frente. O horizonte em 24.04 é bem melhor do que naquela noite de janeiro quando empatamos com o Guarany de Sobral.
    Tenho quase 43, Gilvannewton e um dia temi pela nossa existência. Depois disso, construímos um belo CT, chegamos a Série A e estamos bem vivos. Por isso, tenho certeza que bons ventos virão e, como diz o mestre Roberto(não esqueci), se cairmos 99 vezes, subiremos 100.
    Saudações!

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  11. Antonio (também sou vice... do paulistinha... e o título é do Ituano... buá, buá...)24 de abril de 2014 às 12:50

    Caros amigos,


    a vida segue...

    e o futebol... nas prioridades das nossas vidas... não pode ter a importância que lhe damos...

    a vida segue...

    ah, tirem-me uma dúvida, por favor...

    li, acho que num jornal aqui de São Paulo, que o Náutico desde 1968 não ganha um título em cima do Sport... isso é verdade?

    caramba... deve haver um erro... é muito tempo...

    bem... a vida segue...

    1 abraço a todos amigos.

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  12. Marcelo Lins diz:
    Antônio, é verdade a última vez que fomos campeões contra o sport em uma final foi em 1968, a final do hexa. Depois disso houveram 9 finais entre esses clubes, contando com a de 2014, e nas 9 o sport se sagrou campeão. A de 1975 é bem questionada, 1977 náutico venceu o jogo e perdeu numa prorrogação sem fim (não vi esses jogos), 1992 o Náutico tinha o melhor time na minha opinião e perdeu com um gol anulado na ilha de maneira irregular. Nas outras o sport tinha melhor elenco, mas em 2010 o título nos escapou por um pouco de sorte e falta de malandragem no jogo.
    Esse ano, foi o que leu por aqui. Espero que esse tabu acabe o mais breve possível.

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