12 de abr. de 2014





Hoje de manhã estive nos Aflitos.

Calor.

Naquele horário de modorra que antecede o almoço e o sonho.

A pedra estava lá.

Vermelha e branca.

Serena sob o sol azul do trópico milenar.

Templo e memória.

Oráculo e história.

Fechei os olhos num segundo e fiz meu pedido.

Um pedido aos deuses do futebol que ali permaneciam.

Tal qual os deuses daquela Grécia antiga e perdida.

Pedi que o prato dia fosse carcará.

Como pedem as crianças diante do onipotente no altar...


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