18 de abr. de 2014





É impressionante. Não adianta esperar outra coisa senão isso que vemos, lemos e ouvimos. O que o assistente fez, aos 38 minutos do 2º tempo da primeira partida da final do Pernambuco foi influenciar, direta e absurdamente, no resultado.
Naquele momento, faltavam dez minutos para se encerrar o jogo. Tempo mais do que suficiente para que o Náutico viesse a empatar o clássico. Para quem não lembra, ou faz questão de esquecer, o Timbu fez dois gols: aos 41 e 42 minutos do 2º tempo, em cima do Santa Cruz.

Então, por quê ignorar esta possibilidade no jogo da quarta-feira? O que houve, mais uma vez, foi um benefício direto da arbitragem para a equipe que mais reclamou, durante toda a competição, e que acabou sendo beneficiada com um "erro" grotesco.
Outra coisa, resenha esportiva é o fórum para se especular o que houve e o que deixou de ser validado. Estamos a falar de um gol legítimo, anulado de maneira obtusa e absurda, em pleno final de competição. Não foi um pênalti polêmico, ou algo do tipo. Trata-se de um gol, limpo, claro e objetivo.
É, deixa para lá, né? Afinal de contas, foi contra o Náutico...


2 comentários:

  1. Concordo com as palavras de Fernando.Nossa imprensa tem o hábito de pormenorizar os erros contra o Náutico,e supervalorizar os erros contra os demais rivais,principalmente o Sport.São,na maioria das vezes,'profissionais' que precisam aumentar os rendimentos agradando os dirigentes dos clubes.
    Manda quem pode...

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  2. Perfeito na análise do habitual comportamento da maioria da mídia esportiva. Acho, todavia, que faltou malícia na estratégia com que tratamos o erro do bandeirinha. Deveríamos protestar, fazer escarcéu ( tal qual nossos rivais), mas não pleitear a substituição do auxiliar que se sentiria coagido no próximo jogo, preocupado em não errar de novo contra o Náutico. Tanto que o Sport nenhuma objeção teve a sua substituição.

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Comentários