25 de mar. de 2014




Na decisão do certame estadual de 1950.

Só deu Bororó...


2 comentários:

  1. Lucídio José de Oliveira25 de março de 2014 às 22:18

    Eterno reserva nos Aflitos. De Genival, de Amorim, de Djalma. Na reta final do campeonato de 50, aproveitou a chance, contusões de Ivanildo e de Alcidésio, entrou no time fazendo gols decisivos contra Sport e América. Na época, estudante universitário. Fazia o curso de química industrial, na Escola de Química, próximo à rua Dom Bosco. Primo do jornalista Arthur Carvalho, que dele me deu notícias há uns poucos anos. Reside no Rio de Janeiro, para onde se mudou logo depois da formatura. Jogou somente até 1951. Bororó era apelido, cara de índio bororó. O nome de batismo? Não sei. Carlos Celso ou Lenivaldo sabem dizer?

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  2. Bororó, moço de boa família, não era um profissional de futebol. Assim como Lulinha ( Luiz Carlos Barbosa Lima).Eles marcaram época atuando pela base do Náutico. Muitas vezes, de última hora, foram buscá-lo em casa ( nas imediações dos Aflitos) para entrar na equipe principal. Era um centro-avante nato. Forte, combativo, bom cabeceador. Acima de tudo, um alvirrubro de coração.



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