Ele surgiu no Galícia.
Artilheiro do estadual baiano.
Depois foi pro Vitória como o novo Pelé.
1964/65.
Marcando gols em cima de gols.
Driblando.
Atraindo a admiração do técnico Palmeira.
Ele que quase demoliu o Náutico na Taça Brasil.
Mas... um Bassu só não faz verão.
E Bassu ficou Jorge Bassu mesmo.

0 comentários:
Postar um comentário
Comentários