É uma lástima.
O futebol chegou sem querer nada e acabou com os demais esportes no Brasil.
O remo involuiu.
O basquete se aguentou a duras penas.
O atletismo foi posto meio de lado - renascendo nas corridas de madrugada dos insones.
O boxe, tiro ao alvo, tênis, ciclismo engolfados.
Todo dinheiro ao futebol.
E convenhamos, senhores!
A maioria de nossos clubes nasceu com outras funções.
Futebol era passatempo.
Hoje virou receita principal e matou seus primos.
Eleição em dezembro?
Existirá um Náutico além do futebol?
Deve existir. Sempre contribui com as rifas vendidas na sede e nos Afkitos para as diversas modalidades mas acho aquilo uma vergonha para a direção do clube que institucionalmente poderia viabilizar essas modalidades, evitando e "paitrocínio". Existe a Lei de Incentivo ao Esporte onde empresas podem investir em esportes olímpicos e terem dedução no IR mas para acesso a esse benefício é preciso uma ação da direção do cube e não dos pais dos jovens atletas. Temos Yane Marques, Alvirruibra declarada e guerreira na vida e no esporte; destque mundial em sua categoria e podia ser abraçada pelo Náutico que viabilizaria seu patrocínio e teria exposição positiva de nossa marca. Confio que o MTA pense nisso.
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