5 de nov. de 2013






Uma lógica perversa rege o número de sócios alvirrubros.

Lógica semelhante ao Colégio Eleitoral da ditadura brasileira nos anos 60/70/80.

Quanto menos, melhor!

Quem ostenta o Poder em Rosa e Silva - e quem ostentava o Poder na ditadura.

Compreende que é muito maior a influência do Poder Central.

Quanto menor for o Colégio Eleitoral.

Então, não existe a menor vontade política de ampliar o quadro de eleitores.

Um Congresso está de bom tamanho.

Todos se conhecem.

Telefone e boca a boca resolvem a parada nas urnas.

A questão já é complicada na política da vida comum.

Mas a questão se torna perversa na lógica da política de um clube.

Um clube chamado Náutico Capibaribe.

O Náutico mantém seu quadro de sócios reduzido ao mínimo: 2000 pessoas.

Não realiza campanhas sérias para angariar novos sócios.

Ou para trazer de volta quem foi embora.

O Náutico joga fora dinheiro das mensalidades.

Tudo porque deseja manter reduzido seu Colégio Eleitoral.

2000 sócios apenas, nada mais.

2000 votos apenas, nada mais.

E se deixarem?

1000, 800, 500, 100, 50.

Qual o ideal de quem dirige o Clube Náutico?

11 homens e 1 segredo.










3 comentários:

  1. Simplesmente vergonhoso pertencer hoje a um clube que tem apenas 2.000 associados. Dois mil sócios tem qualquer clube chifrin de subúrbio ou do interior. Isso não existe. É uma vergonha! Por que ?! Por que?! Por que ?!

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  2. Para efeito de discussão, tirada de uma publicação na ineternet; 1- Internacional 100.000
    2 – Grêmio 53.000 3 – Corinthians 46.000 4 – São Paulo 42.000n 5 – Vasco da Gama 28.000 6 – Santos 25.000 7 – Atlético PR 22.000 8 – Cruzeiro 18.000 9 – Coritiba 18.000
    10 – Ceará 10.000.

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  3. Carlos Celso Cordeiro disse:

    Nesta caso, um pouco da culpa cabe aos torcedores que optaram não se associar e aos que eram sócios e deixaram de ser. Uma campanha sempre ajuda. E várias já foram feitas. Mas, mesmo sem campanha, o torcedor pode se associar.

    Em tempo: Pretendo votar no MTA.

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Comentários