Quando vejo os comandantes alvirrubros.
Penso em ficar em casa.
Quando vejo as voltas e reviravoltas de quem não larga o Poder.
Penso duzentas vezes em ir pro cinema.
Mas aí entro em campo.
E vejo milhares de pessoas apaixonadas.
Vermelhas e brancas de paixão.
Não vaiam pois acreditam no sonho.
Um sonho com suor e raça em campo.
O Náutico encarou o Cruzeiro com dignidade.
Jogou até seu limite.
Um limite de zaga frágil e médio volantes obsoletos.
Culpa... daqueles comandantes de capa e espada.
Comandantes de um tempo que o próprio tempo quer esquecer.
Podia perder meu tempo com eles.
Mas prefiro a visão da massa no estádio.
Massa que será a fonte de inspiração para um Náutico mais forte.
Os dirigentes passam.
O Clube.
Fica.
E aí de nós que amamos o futebol se não fosse assim!

Excelente o publico de ontem.
ResponderExcluirTemo que o clube não resista e vire,no máximo um América, como prever José Nivaldo Jr como destino de um dos três grandes. Se o sonho não acabou, a coxinha, o brigadeiro e demais acepipes já estão minguando!
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