7 de out. de 2013





Quando vejo os comandantes alvirrubros.

Penso em ficar em casa.

Quando vejo as voltas e reviravoltas de quem não larga o Poder.

Penso duzentas vezes em ir pro cinema.

Mas aí entro em campo.

E vejo milhares de pessoas apaixonadas.

Vermelhas e brancas de paixão.

Não vaiam pois acreditam no sonho.

Um sonho com suor e raça em campo.

O Náutico encarou o Cruzeiro com dignidade.

Jogou até seu limite.

Um limite de zaga frágil e médio volantes obsoletos.

Culpa... daqueles comandantes de capa e espada.

Comandantes de um tempo que o próprio tempo quer esquecer.

Podia perder meu tempo com eles.

Mas prefiro a visão da massa no estádio.

Massa que será a fonte de inspiração para um Náutico mais forte.

Os dirigentes passam.

O Clube.

Fica.

E aí de nós que amamos o futebol se não fosse assim!


2 comentários:

  1. Temo que o clube não resista e vire,no máximo um América, como prever José Nivaldo Jr como destino de um dos três grandes. Se o sonho não acabou, a coxinha, o brigadeiro e demais acepipes já estão minguando!

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Comentários