3 de out. de 2013





Por ROBERTO VIEIRA


O poeta se despede em silêncio.

A multidão se despede em versos.

Versos tristes e apaixonados ao vento.

Versos escravos do sentimento.

Nada mais a dizer.

Nada mais a sentir.

A manhã mais triste também virá a florir.

Pois é da natureza das flores sorrir.

Mesmo quando é muito mais fácil chorar...

Podem vir, Carabinieri!

O inimigo público número um está indefeso.

Mas, cuidado!

Sua poesia é eterna como as neves daquela cordilheira infinita.

Branca, gélida.

Mística.




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