Não, não me tomei de amores por ele.
Sempre admirei seu uso da palavra - mas também admiro Chatô.
A pessoa por trás das palavras é outra conversa.
Mas estou lendo o livro em questão.
34 horas de gravação em cinco dias.
Pouco antes de Lacerda bater as botas.
E o homem conta a história do Brasil no século XX.
Com a maestria que nenhum político atual possui.
Senhor!
Quanta pobreza intelectual nesse mundo de hoje, né?
Dez minutos de qualquer mortal no século XXI dá sono...
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