Por
ROBERTO VIEIRA
24 de setembro de 2003.
Tudo azul.
Céu de brigadeiro.
Céu de Cruzeiro.
Cruzeiro que passava pelo Corinthians.
Abria larga vantagem sobre os adversários.
Diferenças?
Algumas.
Gomes era o Fábio.
Dedé e Rodrigo?
Se chamavam Dracena e Cris.
Maurinho e Egídio?
Seria o ideal.
O Maldonado de 2003?
Jogava de celeste.
Lucas ou Augusto Recife?
Tanto faz.
Aristizábal era a experiência de Júlio Batista e
Dagoberto.
Mas o Cruzeiro de 2003 tinha um gênio.
Um Dirceu Lopes condenado na seleção.
Um certo Alexsandro de Souza.
Vinte e seis anos de técnica refinada.
Alexsandro que mereceria lugar no Cruzeiro de hoje.
E quem sabe?
No Cruzeiro de todos os tempos.
Alexsandro que em 2003 só não fez chover.
Porque o ano foi todo azul...

Sábado esse tal Alexsandro desfilará seu futebol na Arena Pernambuco...
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