28 de set. de 2013




Por ROBERTO VIEIRA


Mestre Lula diria que descansou.

Descansou deste bando de pernas de pau nos gramados atuais.

Tinha saudade dos Bitas e Nados.

Da raiva que lhe provocava Traçaia.

Ou Lua.

Raiva que desaparecia na fina navalha da ironia marsupial.

Uma palavra fazia tcham.

E a outra tcham tcham tcham tcham.

Lula era um alvirrubro típico.

Metia pau no Náutico com afinco e civilidade.

O lombo alvirrubro era mais doído.

Grande amigo e defensor do Mestre Sebastião Orlando.

Lula sabia do que falava.

E falava do que sabia.

Coisa que muita gente anda querendo aprender.

Inclusive esse que insiste em vos falar por aqui.

O tempo de Lula era um tempo de paixões imortais.

Paixões inconcebíveis para as mentes atuais.

Onde tantos gastam rios de palavras.

Turbilhões de frases feitas.

Lula resolvia tudo como craque.

Com dois toques...



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