Não acredito em ninguém que jogue a toalha.
Muitas vezes vence quem suporta a dor um só instante a mais.
Dito isso.
O Náutico, seus jogadores e torcida precisam continuar lutando.
Senão pela vitória.
Que seja pela dignidade.
Dignidade perante todos que construíram o Clube Náutico Capibaribe.
O Timba já esteve de joelhos.
O Timba já esteve para fechar as portas.
E o Timba voltou sempre mais forte.
Dito também isso.
É tempo de mudar.
Tempo de investir na competência.
Tempo de tratar o sócio como parceiro.
Tempo de oxigenar as salas e aposentos de Rosa e Silva.
Tempo de planejar o futuro com seriedade - sem goleiros de futivôlei, pelo amor de Deus!
Tempo de ser grande entre os grandes.
Tempo de voltar a vencer.
O amanhã, meus amigos.
O amanhã sempre começa hoje.
O futuro do Náutico repousa em nossas mãos.
E quando digo nossas mãos, digo nas mãos de todo alvirrubro que se preza.
Não em um punhado de mãos afortunadas.
Do mais ilustre ao mais humilde.
Do mais antigo ao mais criança.
O Náutico foi, é e sempre será uma tarefa de todos.
E alvirrubro que se preza.
Nunca joga a toalha, meus amigos!
Aliás, esse papo de jogar a toalha começou no Boxe em 1913.
Depois ganhou o senso comum em 1916/17.
E o Náutico é muito mais antigo que essas figuras de linguagem...
Podem nos derrubar noventa e nove vezes.
A gente volta pra luta noutras cem!

"Throwing in the towel" eh a expressao nascida no "Boxing" e que ganhou o mundo. So que quem eh Nautico nao desiste nunca. Nao sabe nem o que eh toalha. Sai nu e molhado do banho. Serah que 1999 e 2005 nao foram provas suficientes disso?
ResponderExcluirEu não jogo toalha. Eu jogo pedras. E nunca no gramado. Jogo numa determinada tribuna de honra!
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