3 de ago. de 2013





Por WASHINGTON VAZ


Em oito jogos disputados nesta edição da Série C,  4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas.

A terceira derrota veio em São Luís do Maranhão, contra o Sampaio Correa.

Santa Cruz que não sabe o que é vencer fora do Arruda em uma Série C.

Levando em consideração a participação coral nos anos de 2008, 2012 e 2013 fora 10 derrotas.

Na derrota de 3x0 para a "Bolívia Querida", dois gols de Tiago Cavalcanti convertidas através de penalidades.

Logo em cima do paredão Tiago Cardoso, em seu centésimo jogo vestindo a camisa coral.

Nos descontos, Eloir dá os numeros finais da partida para o atual campeão da Série D.

O Santa Cruz que entrou no G4 no meio de semana, sai novamente dele.

E a batata de Sandro Barbosa que tava esfriando, volta a esquentar.



Um comentário:

  1. Santa Cruz é um engodo, tri campeão estadual, mas um gatinho fora de Pernambuco. Por que será? Com sucessivas administrações desastrosas e massa crítica bem menor que Náutico e Sport o clube das multidões vem sucumbindo, vítima de seus próprios “queridos.” O que seria do Santa se o então super secretário FBC não fosse ao socorro e fizesse uma reforma geral no maior orgulho tricolor, o mundão? Talvez estivesse hoje jogando em Paulista ou emprestado nos Aflitos. É mais um exemplo de que nosso futebol precisa de uma reforma geral, dessa vez não em pedra e cal mais sim estrutural. Participação e principalmente clareza nos processos adotados. Assim podemos oxigenar os clubes, novas idéias, novas pessoas. Segurança financeira, jurídica gera um ambiente favorável para investimentos privados e até mesmo públicos. Quando falo investimentos públicos penso na contra partida social que os clubes poriam proporcionar. Imaginem por exemplo, uma grade escolas de craques no Náutico, englobando toda zona da Guabiraba/Macaxeira. Escola formando cidadãos e quem sabe grandes ídolos. Sem falar na legião de torcedores. Viver somente dos sonhos dos torcedores que incrivelmente já nascem com a rivalidade correndo nas veias, é viver na corda bamba. Chico Avelar

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