Emerson Sheik entra para a história.
O primeiro jogador brasileiro a dar selinho em público.
Mas não é nada disso que você está pensando.
O outro rapaz da foto é apenas um amigo.
Dono de um restaurante.
O Paris 6, na capital paulista.
Aguarda-se o próximo atleta a assumir a filatelia no Instagram.
Se fosse jogador do São Paulo isso daria um falatório por parte dos corinthianos...
ResponderExcluirCarlos Leite.
Esse é um bad-boy assumido. Ontem mesmo deu um carrinho criminoso no adversário merecendo, na opinião de todos os comentaristas, um cartão vermelho ( mas, é do Corinthians, e recebeu apenas um cartão amarelo}. Substituído, ignorou o cumprimento de Tite e ficou esperneando no banco.
ResponderExcluirPior é ver 5 "representantes" da torcida camisa 12 ir ao clube exigir retratação. Com faixas homofóbicas, dizendo que se ele não pedir desculpas "a coisa vai engrossar" pra ele, meu Deus !
ResponderExcluirAssim como o Sport inventou a Barbie em Pernambuco, em São Paulo a bobagem foi com o tricolor. Ainda acho que quem disso usa disso cuida.
ResponderExcluirNa verdade esta história começou com a reinauguração dos Afliots-Gazzanéo. A torcida da Rubroneca, na falta do que falar com a belezura do pequeno estádio,chamou de Casa da Barbie (que vendia comercialmente), admitindo inconscientemente que a reforma ficou ótima.Daí...
ResponderExcluirQuem inventou o apelido "barbie" foi a torcida do Santa Cruz, que chamava os Aflitos de "casa (ou caixa) da barbie." Para ver que nao sao tao "co-irmaos" assim.
ResponderExcluirMas precisamente foi José Neves que veio com esse termo, Ulisses.
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