Dado me mata de rir.
Desde os tempos pernambucanos.
Dado era imaturo.
Jovem.
Defeitos indefensáveis.
Melhor dizer que o cara é traficante e se regenerou.
Traficante se regenera.
O cabra jovem não envelhece da noite pro dia.
Dado fez seu nome em São Paulo.
Já tinha guaiamum elogiando seu nome!
Precoce.
Bobby Fischer.
Dado treina o Paraná.
Derrota o Sport.
Dado é prodígio.
Conselho?
Fique por aí, Dado!

Santo de casa não faz milagre... saiu pelas portas dos fundos do Arruda e foi queimado no Central. Ambos de forma injusta. Parabéns ao Dado Cavalcanti, pois pela inteligência e educação que tem, vai longe!
ResponderExcluirJá dizia Sócrates, o filósofo magrão, "futebol não se joga com os pés ma com a cabeça".
ResponderExcluirEngraçada a declaração de Marteloti. Perguntado sobre o jogo, tão diferente do jogo do Náutico, a explicação foi "sabíamos que seria um jogo mais difícil". Vale qualquer interpretação... Depois completou que o jogo foi muito igual. Escapou de uma goleada pela atuação de Magrão. Só o Náutico, sem alma, para levar um baile de um time de destes... Basta um pouquinho de vontade. Ao Paraná, sobrou vontade!
ResponderExcluirQuem tá vindo para cá é o meia Rubinho, cria de Dado, na Luverdense, que fez sucesso na série C, ano passado. Agora no Paraná, com o mesmo treinador, vinha repetindo seu bom futebol. Esperamos que venha resolver a nossa grande carência: as bolas paradas ( faltas e escanteios). Que, depois de tantas contratações equivocadas, pelo menos esse possa dar certo com a camisa alvirrubra. Se não for muito tarde...
ResponderExcluir