Martinez agora é nada.
Dizem que não joga bola.
Quem joga bola são os outros.
Os pernas de pau.
Martinez apenas lança e toca de primeira.
Os restantes correm, correm e correm.
O gol contra o Bahia?
Não existiu.
A braçadeira de capitão?
Miragem.
Martinez é o culpado por todas as mazelas do Timbu.
"...culpado por todas as mazelas do Timbu", não; também não concordo com os que - como o amigo João Carlos - o classificam de "chinelinho" (não o acho um mau caráter). Agora, também não o acho o grande craque que se pretende. ´Trata-se de um bom jogador: dono de boa técnica e um certo estilo. Para craque, porém, - mesmo sem os exigentes critérios do comentarista Tostão - está bem longe. Com muito pouca mobilidade, restrito a uma pequena faixa de campo, nem tem a combatividade de um volante, nem a criatividade de um meia. Raramente - para não dizer nunca - chega á grande área adversária. Agora, no contexto das atuais deficiências alvirrubras, merece destaque: tem bom domínio de bola, passa com correção, tem liderança sobre o grupo, não se encosta. É útil.Correto. Um bom jogador. Mas - na minha modesta opinião - não é o craque que (ele e muitos torcedores) pretendem...
ResponderExcluirNo time de hoje é junto com Berna o melhor que temos.
ResponderExcluirÉ o único que domina a bola. Sem ele o meio de campo rifa a bola. Com ele, o time é outro. Se jogasse em uma pelada, procurava e passava a bola para ele, rapidinho. Mesmo jogando pouco, vale. E nem sei quanto ganha. Além de bom caráter e liderança em campo. É o melhor jogador de Pernambuco. Só precisa jogar mais vezes.
ResponderExcluirNo jogo contra o Fluminense foi, disparado, o melhor em campo. Já contra o Sport, jogou mal, como todos os demais, com exceção de Ricardo Berna.
ResponderExcluirComo Roberto colocou ele na "berlinda", vou dizer que, hoje, prendeu demais a bola, tirando toda a velocidade do contra-ataque. Aliás, paradoxalmente, na situação atual da equipe do Náutico, sobretudo quando joga com dois velocistas no ataque, o jogo de lançamentos ( não estou me referindo a chutões, evidentemente) é mais adequado do que o estilo toque de bola.
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