O Botafogo nada tinha de estrela solitária.
Era a própria seleção brasileira.
O mesmo time com Felix no gol, aliás.
Chegou a vestir a camisa canarinha.
Gerson, Jairzinho, Caju e Roberto tricampeões dois anos depois.
O Náutico tinha Gena e Ladeira.
Mas cadê Bita, Ivan , Nado?
Com oito minutos Carlos Roberto abriu o marcador.
Gerson aumentou aos treze.
Zé Carlos tabelando com Lala diminui.
O Náutico não abdica do ataque no Maracanã.
Porém, Roberto tasca 3 x 1.
Aos quarenta e um?
Gol de placa do futuro Furacão da Copa.
Jair dribla até Eládio de Barros Carvalho: 4 x 1.
Segundo tempo.
Botafogo satisfeito.
Ramos, o herói do Hexa deixa o dele.
Final?
4 x 2.
Mas de estrela solitária?
O Botafogo não tinha nada, bicho!
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