20 de jul. de 2013





O Botafogo nada tinha de estrela solitária.

Era a própria seleção brasileira.

O mesmo time com Felix no gol, aliás.

Chegou a vestir a camisa canarinha.

Gerson, Jairzinho, Caju e Roberto tricampeões dois anos depois.

O Náutico tinha Gena e Ladeira.

Mas cadê Bita, Ivan , Nado?

Com oito minutos Carlos Roberto abriu o marcador.

Gerson aumentou aos treze.

Zé Carlos tabelando com Lala diminui.

O Náutico não abdica do ataque no Maracanã.

Porém, Roberto tasca 3 x 1.

Aos quarenta e um?

Gol de placa do futuro Furacão da Copa.

Jair dribla até Eládio de Barros Carvalho: 4 x 1.

Segundo tempo.

Botafogo satisfeito.

Ramos, o herói do Hexa deixa o dele.

Final?

4 x 2.

Mas de estrela solitária?

O Botafogo não tinha nada, bicho!



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