31 de jul. de 2013





Alan Cole atuou pela seleção jamaicana nas Eliminatórias da Copa de 70.

Desastre total.

Três jogos e três derrotas contra Honduras e Costa Rica.

Alan é descoberto pelos dirigentes do Náutico.

Deslumbrados com aquela estrela caribenha.

Sorriso, cabelereira e discurso revolucionário.

Alan desembarca em Recife.

Joga bem nas primeiras partidas.

Depois sucumbe ao caos geral em Rosa e Silva.

Contrato chegando ao fim.

Alan Cole pede 400 dólares para ficar.

Oito mil cruzeiros em 1972.

O Náutico com Luís Carlos Barbosa Lima.

Ofereceu 200 verdinhas.

Alan Cole explicou:

"Tenho uma pequena gravadora na Jamaica"

Completando.

"Lá eu faturo 200 numa semana"

O Náutico disse adeus a Cole.

E Cole foi assistir de perto.

A Santíssima Trindade do Reggae.

Marley, Tosh e Cliff.

O amigo Marley?

Saudou Alan no aeroporto.

No Alan, no cry!

Recife?

Recife nunca esteve preparado para Alan Cole, nem reggae, nem Bob Marley.

War, rastafaris e dreadlocks eram demais pra terra de sugan can fields forever...

Quanto mais Marinho Chagas e Cole no mesmo time.







2 comentários:

  1. Fez um gol na estréia e contra o Sport. Só por isso, merecia muito mais do que 400 verdinhas.

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  2. Vi o Cole jogar, se tivessemos um time arrumado e que tocasse a bola, com certeza o Alan Cole com seu toque refinado teria dado certo.

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Comentários