6 de jul. de 2013





A World Soccer escolheu.

A seleção de futebol de todos os tempos.

Nada demais.

Setenta por cento igual a escolhida em 1980.

Em publicação da Placar.

Desta vez?

Duas escolhas risíveis.

Cafu e Maldini.

Devem ter levado em conta milhagem.

Carlos Alberto Torres encheu a cara!

Djalma Santos, Nilton Santos e Marinho Chagas deram risada.

'Eles não sabem em quem votam!'

Mas a heresia.

O pecado mortal.

Nem foi tirar Puskas do time.

Mas escalar Messi no lugar de Mané Garrincha.

Messi que não amarra nem as chuteiras do Mané...







5 comentários:

  1. Concordo que deixar de fora dessa seleção Mané Garrincha e Marinho ( para mim mais espetacular do que Newton Santos ) foi uma tremenda heresia. Agora, por uma questão de posicionamento em campo e de função tática, entendo que Messi disputaria posição com seu compatriota Maradona. Nunca com Mané.

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  2. Não se escolhe os melhores de todos os tempos por posição. Messi está seguramente entre os cinco melhor jogadores do mundo de todos os tempo. Não fica fora de nenhum time nem a pau. Pelé e Maradona, também. Cruiff vem logo atrás. O time dos melhores deve ser formado a partir destes quatro jogadores e, pelo que diz a crônica do mundo inteiro, Yashim toma conta do gol. Resta escolher os seis restantes. Maldini tem que malhar para ganhar de Nilton Santos ou Marinho; fico com a Enciclopédia. Do outro lado, Djalma Santos, pra mim, ganha de Carlos Alberto e de Cafu (Cafu só ganha em quilômetros rodados..). Bobby Moore, Beckenbauer, Distefano e Zidane completam a lista. Mas, ainda assim, iria dormir com dor de cabeça por ter deixado Didi de fora... E pra entrar nesse time, quem sai é Dom Alferdo. Tenho o meu time. Cada um tem o seu, todos parelhos.

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  3. ... os cinco melhores, claro....

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  4. Bruno Rodrigo G. Pereira6 de julho de 2013 às 12:38

    Roberto, acredito que Messi, quando encerrar a carreira, desbancará o falastrão Maradona dessa seleção. Não falta muito não, talvez em 1 ano já tenhamos a resposta... Não há como contestar seus números excepcionais, com ares de carreira bastante longeva... Agora, mesmo que não ganhe copa do mundo (torçamos por isso), provavelmente deixará Maradona comendo poeira, até porque, se apenas vencer a copa definisse essa situação, Cruyff, Di Stéfano e Puskas não seriam o que são... Discutir quem foi o maior deles é perda de tempo: 3 copas, 1283 gols, 2 mundiais, 2 libertas, 6 campeonatos brasileiros, atleta completo em todos os fundamentos do jogo; é o único cujo nome nem precisa ser citado, sua currículo é inatacável.

    ELE está acima de qualquer discussão. Não há quem possa apresentar argumentos que neguem tamanho currículo. Alguém o definiu muito bem: "a perfeição não existe, mas PELÉ foi quem mais se aproximou dela". Maradona, ou melhor, dor de cotovelo (seu verdadeiro nome), pode chorar... compre uma caminha bem quente e chore, filhinho, chore...

    Já a lateral esquerda faz jus ao debate e a discussão está em aberto. Penso que aqui vai mais pela preferência individual mesmo e o meu eleito é Roberto Carlos, não apenas por tê-lo visto jogar (o que configuraria uma análise bastante superficial), mas, sobretudo, pelo estudo do seu brilhante histórico.
    Senão vejamos:

    Dizer o que de um defensor que vestiu 584 vezes a camisa de um clube top como o Real Madrid e ainda marcou 71 tentos, um assombro (ninguém, na história merengue, chegou perto desses números para um ala... se duvidarem, podem pesquisar); alguém se lembra da bola que esse rapaz jogou na era de ouro do Palmeiras no biênio 1993/1994?; como se não bastasse o cara ainda ganhou uma Copa do Mundo sendo um dos protagonistas, com qualidade e raça à flor da pele; por onde passou RC foi ídolo...

    Prefiro Roberto, embora reconheça grande capacidade nos seus concorrentes: Nílton Santos (campeoníssimo e um professor da posição); Marinho Chagas (talento em dose pura); Júnior (digo o Leovegildo, versatilidade e categoria incomensuráveis), ...

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  5. Para mim, seleção é um time. Não pode ter dois goleiros, por exemplo. E a escalação tem que guardar uma certa coerência. Agora, se a escolha é dos melhores craques de todos os tempos, aí sim, não precisaríamos nos preocupar com posições. Pelo menos é esse o meu critério.

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Comentários