7 de jul. de 2013





Chapéu era indispensável.

Fundamental.

Gravata borboleta.

Senhoras de saia.

Sim!

As mulheres já curtiam futebol naqueles tempos.

Os Aflitos eram grama e alambrado.

Um alambrado meia altura.

As árvores multiplicavam-se em volta.

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2 comentários:

  1. A propósito, Mestre, é tempo de reforçar a convocação de todos para o lançamento do livro ADEUS AFLITOS, na próxima terça-feira, a partir das 19 horas, lá na sede do Náutico. Imperdível !

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  2. Estas fotos de um passado distante me tocam profundamente, chegam até a fibra sensível do coração. Tempo de memória afetiva de um passado muito remoto que não vivi. Cheguei muito tempo depois. A foto deve ser dos anos 20, quem sabe anos 10. Tem um cara, decerto louco por futebol assim como seria eu mais adiante, de sapatos e meias pretas, o terno também na cor preta, do de preto, sentado sobre a trave horizontal do alambrado. Lembro quando cheguei ao Recife, final dos 40. A separação do torcedor, do campo do jogo, era feita por um baixinho muro de arrimo, não mais de um metro e dez, em cima do qual, equilibrando-me para não cair, via os jogos das gerais, do lado do sol bem perto de onde havia um "poleiro" que servia de cabine para os locutores transmitirem o jogo que estava sendo disputado. No gramado, Sidinho, Célio Araraquara, Jaminho, Ivanildo, Alcidésio. E os gols de Bororó e de Fernandinho. As defesas providenciais de Zeca que nem sempre era Zeca peneira. São nomes, são lembranças. Bons tempos!

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