Sílvio Pirillo (o que aparece no centro da foto). Mestre Lucídio, com propriedade, nos ensina - em O Náutico: a bola e as lembranças -, que Pirillo não só treinou como também chegou a ser campeão pernambucano de 1954 pelo timbu, numa M3 contra o meu glorioso Sport, todos os jogos na Ilha.
Só que tem um porém: Pirillo era o treinador de fato, fora de campo, mas dentro da cancha o time era comandado pelo célebre Ivanildo Souto da Cunha, o Espingardinha, que era realmente a quem os jogadores se reportavam e a quem respeitavam, por tudo que ele representava para o CNC. Pelo menos na visão aguçada de Lucídio.
Pirilo havia chegado aos Aflitos na véspera da decisão, já tendo sido iniciada a melhor de três, todas as partidas na Ilha (primeira: empate 2x2; segunda, Náutico 3x2; negra: empate, 1x1). Ivanildo estava no comando desde o início do returno (Palmeira era o treinador até então). Ivanildo tinha o time na mão. Mas Pirilo foi um grande treinador, no currículo a honra de ter lançado Pelé, apenas com 16 anos, na Seleção, Copa Roca 1957.
Grande Lucídio, ainda temos muito o que aprender com você, professor. Sua sabedoria futebolística é inegável, comprovada tanto pelo equilíbrio de suas análises como pela incrível facilidade com que discorre sobre as coisas do futebol. Sou rubronegro, convicto, e também grande fã de sua obra. Seus textos, em minha opinião, nada ficam a dever ao de profissionais do ramo, verdadeiras referências nessa área, como os saudosos cronistas Mário Filho e Nélson Rodrigues.
Se marquei um golaço nessa do Pirilo, divido o mérito com você professor. Você rolou a bola "com açúcar e com afeto" e eu apenas tive o trabalho de empurrar para o gol... passe de alvirrubro, gol de rubronegro... é, como diria Luís Cavalcante, meu irmão de cores, o futebol tem razões que a própria razão desconhece... valeu mestre Lucídio!
Sílvio Pirillo (o que aparece no centro da foto). Mestre Lucídio, com propriedade, nos ensina - em O Náutico: a bola e as lembranças -, que Pirillo não só treinou como também chegou a ser campeão pernambucano de 1954 pelo timbu, numa M3 contra o meu glorioso Sport, todos os jogos na Ilha.
ResponderExcluirSó que tem um porém: Pirillo era o treinador de fato, fora de campo, mas dentro da cancha o time era comandado pelo célebre Ivanildo Souto da Cunha, o Espingardinha, que era realmente a quem os jogadores se reportavam e a quem respeitavam, por tudo que ele representava para o CNC. Pelo menos na visão aguçada de Lucídio.
Pirilo havia chegado aos Aflitos na véspera da decisão, já tendo sido iniciada a melhor de três, todas as partidas na Ilha (primeira: empate 2x2; segunda, Náutico 3x2; negra: empate, 1x1). Ivanildo estava no comando desde o início do returno (Palmeira era o treinador até então). Ivanildo tinha o time na mão. Mas Pirilo foi um grande treinador, no currículo a honra de ter lançado Pelé, apenas com 16 anos, na Seleção, Copa Roca 1957.
ResponderExcluirGrande Lucídio, ainda temos muito o que aprender com você, professor. Sua sabedoria futebolística é inegável, comprovada tanto pelo equilíbrio de suas análises como pela incrível facilidade com que discorre sobre as coisas do futebol. Sou rubronegro, convicto, e também grande fã de sua obra. Seus textos, em minha opinião, nada ficam a dever ao de profissionais do ramo, verdadeiras referências nessa área, como os saudosos cronistas Mário Filho e Nélson Rodrigues.
ExcluirSe marquei um golaço nessa do Pirilo, divido o mérito com você professor. Você rolou a bola "com açúcar e com afeto" e eu apenas tive o trabalho de empurrar para o gol... passe de alvirrubro, gol de rubronegro... é, como diria Luís Cavalcante, meu irmão de cores, o futebol tem razões que a própria razão desconhece... valeu mestre Lucídio!