16 de jun. de 2013




Por ROBERTO VIEIRA     

  





Espanha e Uruguai se enfrentam neste domingo em Recife. Sessenta e três anos depois da Batalha do Pacaembu, na Copa de 1950...


9 de julho de 1950.

Domingo.

São Paulo.

A Fúria enfezada com a mudança no regulamento.

Ameaçando deixar o torneio.

O Brasil jogando sempre no Maracanã.

Espanha, Uruguai e Suécia na ponte aérea.

A Celeste Olímpica parecia carta fora do baralho.

Goleada sobre os bolivianos.

Sorte na tabela.

O que poderia a Celeste diante dos espanhóis?

Espanhóis que mandaram os ingleses pra casa?

Foi o primeiro milagre celeste.

Um tal de Gigghia abre o marcador.

Gigghia grafado como Giglia.

Observem as imagens da época.

Gigghia chuta entre a trave e Ramallets.

Qualquer semelhança com o gol diante de Barbosa.

Uma semana depois.

Não é mera coincidência.

Mas a batalha estava apenas começando.

Bassora empata o marcador.

Peixinho.

Bassora vira para 2 x 1.

Sozinho.

Em dois minutos.

Pau puro.

Segundo tempo.

A bola sobra nos pés do Negro Chefe.

Um certo capitão Obdúlio.

Chuva.

Frio.

Quarenta e cinco mil pessoas observam o chute forte.

Varela empata o jogo perdido.

O Brasil larga na frente.

Massacra Ingrid Bergman.

E ninguém da comissão técnica.

Foi assistir as imagens da Batalha do Pacaembu.

Gigghia?

Obdúlio Varela?


Tico tico no fubá...


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