12 de abr. de 2013




Mestre Edgar nos enviou um pequeno resumo do antigo craque do São Paulo...







Depois que deixou o Avaí, Silas comandou o Al Arabi em 2011 e conquistou o título da Copa do Sheik Jasim. Na temporada seguinte, pelo Al Gharafa, o treinador venceu a Copa do Emir. "Saio daqui com dois títulos, muitas amizades, mais experiência na bagagem e de portas abertas, com o reconhecimento de todos pelo meu trabalho".



“Estou indo lá pra um clube ser técnico, comandar um time de futebol. Não vou como evangélico. O clube não é meu, não vou fazer igreja dentro de um clube, isso não existe” , continuou.
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Silas trabalhou com técnicos disciplinadores, mas que tinham contato próximo do jogador na base de conselhos, como foi com Cilinho, nos tempos de São Paulo, e até Telê Santana, na seleção brasileira. “Treinador tem que ser também um pouco psicólogo, meio paizão do jogador, tem que ser assim em alguns casos. É saber que o cara tem que viver. Ele é jovem, tem que curtir a vida dele”, falou. Mas lembrou que tem de existir responsabilidade dentro disso. “Olhar o Neymar, não tem tempo. Ele é uma empresa.”
O ex-jogador da seleção brasileira nas Copas do Mundo de 1986 e 1990, Silas teve um período de ascensão no segundo ano de carreira ao subir o Avaí no Brasileiro de 2008 e no ano seguinte ser campeão catarinense, classificando a equipe para a Copa Sul-Americana.



Mais uma volta para o Avaí em 2011 até se transferir para o Qatar, onde venceu dois títulos: da Copa do Sheik Jasim, em 2011, pelo Al Arabi, e da Copa do Emir, pelo Al Gharafa, em 2012. Silas chegou a ter propostas de Vitória e Criciúma, que disputarão a Série A do Brasileiro este ano, mas não acertou por questões burocráticas para deixar o Qatar naquele momento. Agora, vai analisar as ofertas e quer trabalhar em longo prazo e com planejamento.

“Não gosto de ficar pouco tempo nos clubes, mas pesa o fato de ser um treinador novo. Estou no meu sexto ano de carreira. Mas sempre procuro trabalho longo. Quer um lugar em que eu possa ter crédito. Tem que ser uma volta estratégica. Às vezes pode ser melhor um time da Série B com muita estrutura para subir do que um da Série A que vá cair”, explicou.


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10 comentários:

  1. Como técnico, também foi marcado por problemas ocasionados pelo seu fanatismo religioso, que acabou causando problemas no vestiário. Espero que não traga este problema pro Náutico. Já temos problemas demais.

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  2. Com relação ao time, podem até me chamar de maluco, mas depois que o tão criticado, por mim inclusive, Marcos Paulo contundiu-se, a coisa degringolou de vez. Parece-me que ele desempenhava alguma função tática, não percebida por nós mortais, que ajudava o nosso sistema defensivo. Ausência esta agravada pela constatação que Martinez e Rodrigo Souto não podem atuar juntos. O novo técnico tem de arrumar nosso sistema defensivo (volantes e zaga) urgentemente.

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  3. Quando associamos futebol e os evangélicos, lembro de Jonas Alvarenga. Pastores nos vestiários, viagens, preleções, sempre presentes. Fico assustado com este fundamentalismo, seja cristão, islâmicos ou qualquer outra intolerância. Preferia Zé Teodoro, muito mais barato, igualmente competente, mas não tem empresário...

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  4. Para ficar bem claro: não escrevi nenhuma linha desse texto. Trata-se de um "apanhado" de notícias sobre Silas colhidas no Google.

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    1. Na minha humilde opinião,Martinez e Rodrigo Souto devem jogar juntos.E com Elicarlos.O que faltou foi organização tática e orientação de Mancini.Quem não podem jogar juntos são Dadá,Josa e Marcos Paulo...

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  5. Robpe, na verdade, a maioria dos jogadores hoje em dia sao envangelicos. Isso eh um fato, e que provavelmente ajuda Silas no relacionamento com os boleiros.

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  6. Realmente, como diz o Gilvannewton, o Martinez e o Rodrigo Souto têm a mesma característica e não podem jogar juntos na minha humilde opinião..

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  7. Gostei do breve porém condecorado currículo de Silas.

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  8. Concordo com Carlos Leite. Ano passado jogavam Eli, Matinez e Souza. O problema é que o ataque ajudava na marcação e nossa zaga com Jean e Alemão era melhor. Ouvi na Transamériuca que Alemão está com suspeita de hérnia de disco, só isso pode explicar sua queda técnica porque se jogando contra atacantes bem mais qualificados no Brasileirão foi bem era para ter até facilidade no estadual. Meu time para o resto do estadual: Gideão, João Ananias, Jean Holt, Alcides e Douglas; Eli, Martinez, Rodrigo Souto e Giovanni; Elton e Rogério. Para o Brasileiro precisamos de 1 goleiro (titular sem contestação), dois zagueiros (01 titular), um meia (titular) e dois atacantes.

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  9. Não me digam...é mais um "Feliciano"? Já não basta um? Kakakkkkkkkkk...

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Comentários