8 de abr. de 2013





Apoiou Pinochet.

Apoiou o Apartheid.

Detonou sindicatos.

E foi salva no gongo final pelos... argentinos.

Que invadiram as Falklands.

E a transformaram em heroína. 

Mais uma que o mundo deve aos militares portenhos...


3 comentários:

  1. Infelizmente saiu do palco na hora errada. O estrago já estava feito e, no estágio final, encontrava-se adoentada e senil. Melhor para a humanidade seria não ter existido politicamente. Semelhante a Roberto Marinho, que faleceu quando estava "aposentado", o mal já estava feito.

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  2. Acredito que ela teve os méritos administrativos dela, uma vez que conseguiu retomar o crescimento num Reino Unido decadente. Ocorre que ela não dosou o remédio adequadamente, trazendo arrocho à classe mais pobre britânica. No plano externo, tinha uma visão de combate cego ao comunismo num cenário conturbado de guerra fria, dando pouca ou nenhuma importância ao desprezo das liberdades individuais e aos direitos humanos, típico dos regimes totalitários (de esquerda ou direita, hein!), desde que fossem seus aliados. Como tudo na vida, o segredo está no equilíbrio, e isso talvez tenha faltado a ela. Entretanto, como falou hoje Miriam Leitão, ela era uma personagem tão forte dentro do cenário mundial, que é impossível dizer de forma maniqueísta que ela tenha sido boa ou ruim para a humanidade, mas não deixou dúvida quanto a sua força e determinação, para o bem ou para o mal...

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