Por ROBERTO VIEIRA
Tostão teve seu descolamento de retina.
Neymar, seu hifema.
E Puyol também teve seu dia de trauma oftalmológico.
Há 10 anos.
1º de março de 2003.
A boa notícia surge na Catalunha.
A fratura de base orbital (blow out) e arco zigomático não necessitava de cirurgia.
Lesão óssea mais comum no trauma ocular.
A fratura em blow out pode evoluir para cirurgia.
Ou não.
Aguarda-se duas semanas em média para a decisão.
Mas isso foi tudo que aconteceu com Puyol?
Que nada!
O cara teve em sua carreira.
Quatro fraturas faciais.
Quatro cirurgias - duas no joelho esquerdo.
E ainda teve tempo de abrir a testa no jogo contra o Real nesta terça-feira.
Detalhe?
Nos seus 13 anos de profissionalismo.
As lesões deixaram Puyol de molho nada menos que 700 dias...

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