29 de mar. de 2013






Foi daqueles dias tristes - pra mim.

Imaginava o Náutico de Baiano insuperável.

Mirandinha balançando as redes.

Mas o Santa Cruz sempre curtiu um supercampeonato.

Oitenta mil pessoas gritando.

O técnico Ernesto Guedes do Náutico é expulso.

Quase no mesmo instante.

Henágio chuta.

Cantarelli defende.

Ivan chuta.

Cantarelli defende.

Na sequencia, Gabriel balança as redes.

O Santa Cruz já comemora.

Mirandinha empata na bacia das almas.

Será?

Mas nos pênaltis deu tricolor.

Um tricolor que se fingia de frágil.

Pois trazia no sei alforje.

Jogadores do quilate de um Henágio.

Um Luís Neto.

Gomes, campeão brasileiro de 1978.

Ângelo, cria do Atlético de Reinaldo e Cerezo.

Zé do Carmo.

Um dos grandes volantes que este país conheceu.

Além da torcida.

Feliz da vida nas arquibancadas deste planeta...


Um comentário:

  1. O primeiro jogo que lembro de ter assistido presente ao estádio. A penalidade pra fora que daria o título ao Nautico (seria o meu primeiro), bate na trave, nas costas de Cantareli e entra. Saí de campo triste, porém muito mais alvirrubro. Já no ano seguinte, farra e folia. Enfim, Clube Nautico Capibaribe: renascendo das cinzas desde 1901...

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