A diretoria do Sport Club do Recife.
Decidiu investir contra o jornalismo esportivo do Diário.
Diário de Pernambuco que em suas manchetes.
Estaria endeusando Náutico e Santa Cruz.
E desqualificando triunfos rubro negros.
Bom.
O Diário é mais que centenário.
Diário mais antigo que qualquer clube pernambucano.
Setenta e seis anos mais antigo que o Náutico.
Oitenta anos mais antigo que o Sport.
Quase noventa anos mais antigo que Santa e América.
Segundo a diretoria rubro negra, abre aspas:
Fica claro a intenção de distorcerem os fatos, mediante alegações
absolutamente diferentes da análise sobre os títulos utilizados nas matérias
relativas ao futebol do Sport Club do Recife, com insinuações outras
completamente fora do tema, demonstrando uma falta de compromisso compatível
com a grandeza e a tradição de um órgão mais que centenário da imprensa
brasileira.
Fecha aspas.
Quem tem razão?
Quem vence a queda de braço?
Ousaria dizer, contrariando a muita gente.
O vencedor será o Sport.
O Diário é de um outro tempo.
Foi empastelado em 1911, 1912, 1931 e 1945.
Sobreviveu porque os leitores compreendiam a importância da
palavra.
Hoje?
A palavra está velha.
A palavra livre do jornalismo é artigo perigoso.
Carbonário.
A imprensa é uma calça velha azul e desbotada.
Que muita gente pensa que pode usar.
Do jeito que quiser.
Não usa quem não quer.
Caso a imensa torcida leonina decida boicotar o jornal.
O jornal se torna Demócrito de Souza Filho.
Fenece em sua própria sacada.
Morre de inanição.
Quanto a liberdade de expressão?
Essa permanece como um dos mais belos sonhos da humanidade.
Tem gente que pensa que a liberdade é azul.
Como o polonês Kieslowski.
Tem gente que pensa que a liberdade é coral.
Outros a imaginam alvirrubra.
Muitos a tomam por rubro negra.
Pena.
A liberdade guarda dentro de si um segredo.
A liberdade não é alvirrubra, nem coral nem rubro negra.
A liberdade não é azul.
A liberdade não tem dono nem senhor.
A liberdade?
Não tem cor...

Incrível, Roberto. O clube como um todo, Sport Clube do Recife, precisa de um basta. O eterno sentimento e ar de si, autoritário, que dá as cartas tem de acabar. O Sport precisa de uma "bomba atômica", aliás, duas, para ter alguma humildade.
ResponderExcluirNewton Pinheiro
Tão inocente o Náutico. O clube mais puro do mundo.
ResponderExcluirE o caso da jornalista da Tribuna que foi agredida pelo presidente do Náutico, que tentou tomar a fita de gravação à força? Esqueceram né??
E o caso de Berilo 200 horas de gravações?? Esqueceram também né??
Raul Marcel em 74 esquecera também né?
Só tem inocente do Rosarinho...
A nota foi um tiro...no pé.
ResponderExcluirCoitadinho desse Guilherme...ainda acha que o clube e os dirigentes dele estão cobertos de razão...tem gente que não enxerga meio palmo à frente...
ResponderExcluirNewton Pinheiro
Obs: o caso "Raul Marcel", em 1974 não pode ser responsabilizado pela perda do Hexa pelos répteis. Afinal, a Serpente caminhava para vencer tb o 2o. turno quando pegou o Ferroviário e perdeu por 1 x 0. Não houve qualquer comentário de suborno neste jogo. Tivesse ganho, os répteis jogariam por uma vitória no clássico seguinte, contra o Náutico, para ser hexa. O Náutico tinha um time bem superior, venceu o jogo chave do 2o. Turno (3 x 1), sem qualquer desconfiança da imprensa. Até aí os rivais poderiam ter resolvido a parada. O problema era o excelente time que o Náutico possuia. Se exporam ao se deixar levar até uma perigosa decisão de campeonato contra o time que indubitavelmente era melhor. Os dois jogos tiveram o Náutico bem melhor em campo, se é que vc não sabe. O gol "traiçoeiro/frangueiro", seja lá o que vc pensar, é provável em qualquer decisão, caro Guilherme.
Outra coisa, falar em subornos, atos ilícitos, conhavos, e títulos ganhos na calada da noite, não se pode deixar de levar aos bovinos, mestres, reis, imbatíveis neste campo. Dos 39 campeonatos, todo mundo sabe, inclusive sua própria torcida, não dá um palmo de ganhos licitamente.
39 títulos. Inveja não faz bem à saúde.
ResponderExcluir