A
família Seixas foi atraída para a comunidade americana pelos jovens
Alberto e Victor Seixas, amigos de Rômulo de Souza. Em 1916, era
sufragado como presidente do América Futebol Clube, Thomaz Seixas
Sobrinho, fato que se repetiria em 1917 e 1924. Definitivamente
apaixonados pelo clube, não causou surpresa a chegada com armas e
brasões do Coronel Thomaz Seixas, personagem dominante na sociedade
e comércio recifense no início do século XX.
Não
se pode escrever a história do América sem a presença do seu maior
benfeitor. O Coronel Seixas ocupou a presidência do clube nos anos
de 1918, 1920, 1921, 1922, 1925, 1926, 1927, 1928, 1929, 1930 e 1932.
Durante seus mandatos, o dirigente abriu os cofres, adquirindo para o
América a sede da Rua da Conceição, a sede da Rua Nova e o Campo
da Jaqueira, onde fez construir o lance de arquibancada em 1927. Não
satisfeito, contratou craque em cima de craque para o clube. Nomes
como Bermudes, Peres I, Peres II, Salermo, Alexi, Ambrósio Gama se
juntaram aos ídolos formados no clube, conquistando cinco
campeonatos estaduais e a Taça de Campeão do Norte em 1920.
Além
do futebol, o Coronel Seixas pensava no América como um todo.
Completo material de ginástica foi comprado ao Gymnasio Brasileiro
de propriedade do ginasta Bianor Oliveira, proporcionando aos
associados do clube a prática salutar do esporte.
O
tiro ao alvo e o tênis também foram modalidades de destaque no
clube e por incrível que pareça, até a filmagem de jogos do
América foi patrocinada pelo magnata – jogos que infelizmente se
perderam no tempo.
Nada
mais justo que a homenagem prestada pelo América ao seu grande
benemérito. Perto do final da vida, o Coronel Seixas foi aclamado
Presidente de Honra da entidade.

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