Dia de honra imensa para mim.
Proferir palestra sobre 'O Futebol na Obra de Nelson Rodrigues'.
Na inauguração da Biblioteca Nelson Rodrigues da Federação Pernambucana de Futebol.
Com a presença do filho do homenageado na mesa ao lado...
Superou em muito os sonhos que eu tinha sobre a paixão por livros e pela bola rolando nessa vida...
Ainda mais que os Mestres Lucídio, Carlos Celso e Lenivaldo Aragão.
Também estarão no livro de ouro da entidade.

PARABENS MESTRE, MAS NAO PODEMOS CITAR QUE NELSON RODRIGUES PAI, É PERNAMBUCANO APENAS DE NASCIMENTO...ACHO ATÉ QUE ERA MUITO DISTANTE DAS NOSSAS COISAS...MUITO MESMO.
ResponderExcluirComo um outro mestre comentou sábado passado de fato a homenagem deveria ter sido pra algum escritor que realmente possui apreço ao nosso futebol. Os Mestres Lucidios e Carlos Celso seriam os personagens ideais por tudo o que fizeram e ainda fazem a história do futebol pernambucano.
ResponderExcluirAo imortal Nelson Rodrigues, a homenagem do nosso Mestre já é grandiosa e tenho certeza que de fato foi.
Mestres, se pensarmos dessa maneira Manuel Bandeira é carioca, João Cabral é espanhol, Cícero Dias é francês e Joaquim nabuco é norte-americano. A história familiar e o DNA de Nelson são pernambucanos. O estado precisa superar esse pensar. Pelé é mineiro, sempre será, e nunca atou nas Alterosas.
ResponderExcluirParabéns, Mestre Roberto. Não poderia haver melhor escolha para fazer a homenagem ao grande Nelson Rodrigues.
ResponderExcluirPrecisava ouvir o que disse ao vivo o mestre Roberto na palestra. O discurso está aí em seu comentário. Ou conversar com o barbudo Nelsinho, ouvir o que ele disse para todos. Que o pai adorava pitomba e caju pelo sonho e o sabor de infância de Olinda. Que Senhora dos Afogados, uma de suas primeiras peças foi idealizado com um cenário praieiro, para recpordar as prais dessa mesmo Olinda. Que o velho, com suas manias, costumava`ao cair da tarde, em casa, botar 4 ou 5 discos bolachões em LP, na vitrola e ouvir sem silêncio religioso. E invariavelmente um deles era o Felinto, Pedro Salgado, Guilherme e Fenelon, de Nelson Ferreira. Amor demias. Uma honra para nós ter Nelson Rodrigues como conterrãneo.
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