18 de out. de 2012





O Náutico perdia.

E os Mestres sofriam.

Mestres Rigoberto, Harold, Carlos Celso Cordeiro e Guilherme Pires.

Não adiantaram os patuás...




Um comentário:

  1. Não adiantava muito eu ter ido, a não pela oportunidade de me associar ao sofrimento dos companheiros por mais um vexame em casa. O anti-futebol até levar o gol. Gol implorado pela maneira de jogar a defesa. Bola pra frente sem endereço certo, para ficar longe da zona de perigo. Ela volta... Antes, muito antes do Barcelona, já não se joga futebol desse jeito. Água mole, literalmente, em pedra dura, não tão dura assim, termina um dia a bola entrando. Fatalidade, má sorte de Alemão. Mas ela terminaria entrando de todo jeito. Somente depois de levar o gol, a defesa botou a bola no chão... Inês era marta. Elementar. Equilibrou o jogo. Já era tarde. Melhorou no segundo tempo. Mas contei, até o 30° minuto, uma dúzia de jogadas pela direita, o mapa da mina. Nenhuma jogada concluída com proveito. Nenhum centro para dentro da área, por cima ou por baixo, nenhuma bola na meta, nenhuma defesa do goleiro. Incompetência, deficiência técnica de Rhayner, Patric ou Souza, os dois primeiros com mais oportunidades de errar. Assim não dá. Não vence uma, fora.

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