Por ROBERTO VIEIRA
Quando a escuridão se fez luz.
Quando a lágrima se fez abrigo.
Quando o silêncio ganhou voz e gritos.
De alegria e encanto infinitos.
Quando a solidão se fez encanto.
Quando a morte se fez vida.
Quando a noite e o espanto.
Transformaram-se em teu espírito.
Muitas vezes havia apenas o destino,
o desconhecido,
o intangível.
Noutras tantas,
o olhar discreto e amigo,
de quem te soube aflito,
e te fez da dor
sorriso...
* Pequena homenagem neste dia ao imenso Hilton Rocha e aos muitos amigos médicos que acreditam no sacerdócio da escolha.

0 comentários:
Postar um comentário
Comentários