18 de out. de 2012






Por ROBERTO VIEIRA



Quando a escuridão se fez luz.

Quando a lágrima se fez abrigo.

Quando o silêncio ganhou voz e gritos.

De alegria e encanto infinitos.

Quando a solidão se fez encanto.

Quando a morte se fez vida.

Quando a noite e o espanto.

Transformaram-se em teu espírito.


Muitas vezes havia apenas o destino,

o desconhecido,

o intangível.


Noutras tantas,

o olhar discreto e amigo,

de quem te soube aflito,

e te fez da dor

sorriso...



* Pequena homenagem neste dia ao imenso Hilton Rocha e aos muitos amigos médicos que acreditam no sacerdócio da escolha.


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