9 de set. de 2012






Baita tempo.

Em 1947, o Paulistão seria decidido entre Palmeiras e São Paulo.

O Corinthians arrumou as malas.

E foi pelear no Rio Grande.

Logo na estréia.

No dia 11 de dezembro.

O Timão enfrenta o Grêmio no antigo Campo da Baixada.

O Campo dos Moinhos de Ventos.

Timão que trazia nada mais nada menos.

Que o veterano Domingos da Guia na zaga.

Domingos que marcou implacavelmente o centroavante Prego.

O Corinthians era muito superior.

Cláudio, Baltasar e Servílio no ataque.

Mas o placar ficou mesmo num magro 1x0.

Gol de Rui (tem quem atribua o gol a Servílio)

Pois bem.

Durante aquele mês de Natal.

O Corinthians conseguiu uma outra façanha.

Irônica.

Perdeu por 2x1 diante do Corinthians dos pampas.

Corinthians que era o antigo Força e Luz.

Rebatizado em homenagem ao compadre paulistano.

Rebatizado em troca de uma gaita preta de um grupo de paulistas.

Radicado em Porto Alegre.

A existência desse Esporte Clube Corinthians Porto Alegrense entretanto, foi curta.

Imprensa e torcida se negaram a trocar de nome.

O Força e Luz acabou retornando.

Mas o resultado continuou nos autos.

A derrota consta do anedotário de fronteira até os dias de hoje, tchê!



Prego, de bigode, no centro do ataque gremista

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