Baita tempo.
Em 1947, o Paulistão seria decidido entre Palmeiras e São Paulo.
O Corinthians arrumou as malas.
E foi pelear no Rio Grande.
Logo na estréia.
No dia 11 de dezembro.
O Timão enfrenta o Grêmio no antigo Campo da Baixada.
O Campo dos Moinhos de Ventos.
Timão que trazia nada mais nada menos.
Que o veterano Domingos da Guia na zaga.
Domingos que marcou implacavelmente o centroavante Prego.
O Corinthians era muito superior.
Cláudio, Baltasar e Servílio no ataque.
Mas o placar ficou mesmo num magro 1x0.
Gol de Rui (tem quem atribua o gol a Servílio)
Pois bem.
Durante aquele mês de Natal.
O Corinthians conseguiu uma outra façanha.
Irônica.
Perdeu por 2x1 diante do Corinthians dos pampas.
Corinthians que era o antigo Força e Luz.
Rebatizado em homenagem ao compadre paulistano.
Rebatizado em troca de uma gaita preta de um grupo de paulistas.
Radicado em Porto Alegre.
A existência desse Esporte Clube Corinthians Porto Alegrense entretanto, foi curta.
Imprensa e torcida se negaram a trocar de nome.
O Força e Luz acabou retornando.
Mas o resultado continuou nos autos.
A derrota consta do anedotário de fronteira até os dias de hoje, tchê!
Prego, de bigode, no centro do ataque gremista


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