Agosto de 1959.
Para o Recife de Penna Filho.
O Almirante Penna Botto.
Para o nobre militar.
Pelópidas e Arraes eram ferozes comunistas.
Fulgêncio Batista, um santo.
Fidel Castro um sanguinário.
Lott, um tolo.
Penna Botto que passou cinco anos repetindo a ladainha.
Mas Botto era muito mais que isso.
Militar que ganhou a reserva por defender Carlos Luz em 1955.
Botto nunca ganhou um centavo na sua cruzada anticomunista.
Pelo contrário.
O golpe de 64 não o levou ao Poder.
Logo ele.
O único que acreditava nas suas palavras...

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