POR ROBERTO VIEIRA
O Brasil de cada Olimpíada nos faz chorar.
Chorar pela nossa miséria do dia a dia.
Escolas sem piscinas.
Escolas sem quadras.
Escolas sem ginásios.
Crianças que nunca chegaram a brincar de esportes exóticos.
Como a esgrima.
Pena.
Pois o desporto ensina o homem a lutar.
O desporto ensina para a vida.
Mas exigir que as escolas brasileiras formem atletas.
É exagero de quem é apaixonado pelo desporto.
Exagero num país em que nem escola decente tem.
Um país que discute 5 ou 10% para educação.
Um país que vive uma greve de 90 dias nas universidades.
Mesma greve do início dos anos 80 no governo militar.
Um país onde professores e alunos fingem estudar e ensinar.
Enquanto o governo finge acreditar na educação.
Somos um bando de heroicos atletas na Vila Olímpica.
Um bando que tem direito a patrocínio.
Um bando que superou adversidades primitivas.
Vide Yane e Keyla.
Um bando que ama o desporto e por ele se sacrifica.
Mas quem sabe um dia?
Quem sabe?
Quando uma criança pobre puder sorrir jogando badmington.
Ousando seu Phd.
Vivendo uma Olimpíada a cada dia de sua vida.
Porque no momento.
Somos apenas o Brasil do mensalão...
O Brasil de cada Olimpíada nos faz chorar.
Chorar pela nossa miséria do dia a dia.
Escolas sem piscinas.
Escolas sem quadras.
Escolas sem ginásios.
Crianças que nunca chegaram a brincar de esportes exóticos.
Como a esgrima.
Pena.
Pois o desporto ensina o homem a lutar.
O desporto ensina para a vida.
Mas exigir que as escolas brasileiras formem atletas.
É exagero de quem é apaixonado pelo desporto.
Exagero num país em que nem escola decente tem.
Um país que discute 5 ou 10% para educação.
Um país que vive uma greve de 90 dias nas universidades.
Mesma greve do início dos anos 80 no governo militar.
Um país onde professores e alunos fingem estudar e ensinar.
Enquanto o governo finge acreditar na educação.
Somos um bando de heroicos atletas na Vila Olímpica.
Um bando que tem direito a patrocínio.
Um bando que superou adversidades primitivas.
Vide Yane e Keyla.
Um bando que ama o desporto e por ele se sacrifica.
Mas quem sabe um dia?
Quem sabe?
Quando uma criança pobre puder sorrir jogando badmington.
Ousando seu Phd.
Vivendo uma Olimpíada a cada dia de sua vida.
Porque no momento.
Somos apenas o Brasil do mensalão...
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